Virgínia volta ao iPhone: o que ele faz e o celular de 27 mil não consegue?
A influenciadora Virgínia Fonseca recentemente chamou a atenção ao usar um smartphone da marca britânica Vertu, avaliado em cerca de R$ 27 mil, durante suas férias em Dubai. No entanto, ao retornar ao Brasil, ela voltou a usar seu tradicional iPhone 17 Pro Max. Isso levanta a questão: o que explica o “abandono” de um celular tão caro em prol de um modelo comercial?
A resposta está nos fatores decisivos de usabilidade, como conectividade local, ecossistema e ferramentas de trabalho. O Vertu, apesar de seu acabamento artesanal em couro legítimo e processador potente, enfrenta alguns gargalos práticos no dia a dia.
Existem quatro principais desafios técnicos que justificam a troca de aparelhos feita por Virgínia:
- O desafio da conectividade: O Vertu não é vendido oficialmente no Brasil, o que cria problemas de compatibilidade de rede. O iPhone, por outro lado, opera sob uma estratégia global de massa e conta com homologação rigorosa da Anatel.
- Ecossistema e aplicativos: O iPhone adota o iOS, que é considerado o padrão da indústria para criadores de conteúdo. O Vertu, por outro lado, roda uma versão do Android altamente modificada e focada em segurança privada.
- Suporte pós-venda: O iPhone conta com uma infraestrutura massiva de suporte no Brasil, enquanto o Vertu não é vendido oficialmente no país e peças de reposição são escassas.
- Ficha técnica mais poderosa: Embora o Vertu tenha uma ficha técnica poderosa, o iPhone 17 Pro Max responde com inteligência computacional e uma combinação de hardware e software que entrega uma otimização difícil de replicar.
Em resumo, o iPhone 17 Pro Max oferece uma combinação de conectividade, ecossistema, suporte pós-venda e ficha técnica que o torna mais prático e eficaz para uso diário, especialmente para criadores de conteúdo como Virgínia Fonseca.
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