Uma Noite no Reino de Belo
Na noite de quarta-feira, 10 de junho, enquanto a 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira acontecia no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, eu tive a oportunidade de assistir ao show “Belo in concert” na casa Vivo Rio, localizada na mesma área central da cidade do Rio de Janeiro.
Essa foi a minha primeira vez assistindo a um show de Belo, apesar de ser um fã do cantor paulistano e reconhecer a grande influência da sua voz em muitos vocalistas de grupos de pagode da atualidade. Com toques de soul e R&B na voz, Belo inaugurou uma escola de canto do samba, especificamente do pagode romântico, na década de 1990, como vocalista do grupo Soweto.
Além da voz cheia de sentimento, Belo tem carisma e sabe manter o público na mão quando está em cena. No show “Belo in concert”, o cantor apresentou um repertório que incluía sucessos como “Perfume”, “Desse jeito é ruim pra mim” e “Preciso te amar”, todos cantados em coro pelo público. Belo também incursionou pelo universo do pop popular dos anos 1980, cantando hits de Fábio Jr., Guilherme Arantes, Ritchie e Roupa Nova, entre outros nomes.
- Algumas das músicas apresentadas por Belo incluíam “Quando gira o mundo” e “Caça e caçador” de Fábio Jr.
- “Um dia, um adeus” de Guilherme Arantes, uma balada ouvida em número minimalista, quase a capella, somente com alguns acordes de teclados.
- “Transas” de Ritchie e “A viagem” de Roupa Nova.
Após uma noite no reino de Belo, posso dizer que entendo o sucesso longevo do cantor. Belo tem estrela, tem voz, tem aquele indefinível algo mais e, no mais, como ele mesmo canta na frenética versão pagodeira de “Amor perfeito”, o que passou… passou…
Com uma carreira que já dura quase 40 anos, Belo provou que é um artista talentoso e versátil, capaz de se reinventar e conquistar novos públicos. Além de sua carreira musical, Belo também se tornou ator, tendo feito sua primeira novela, “Três Graças”, e conquistado o público, a crítica e colegas como Marcos Palmeira.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link