Resenha do Filme “Sonhos de Trem”
O filme “Sonhos de Trem” é uma produção visualmente deslumbrante, com cada imagem sendo uma obra de arte em si mesma. A direção de Clint Bentley e a fotografia de Adolpho Veloso criam um espetáculo visual que é impossível de ignorar. A história, ambientada no início do século 20, segue a vida de Robert Grainier, um lenhador interpretado por Joel Edgerton, que se apaixona por Gladys, interpretada por Felicity Jones.
A trama é centrada na relação entre o homem e a natureza, com o diretor adotando uma condução mais cadenciada para fazer o espectador refletir sobre a importância da preservação do meio ambiente. A mensagem é transmitida de forma discreta, mas eficaz, através do personagem de Robert e sua interação com a natureza.
Alguns dos pontos fortes do filme incluem:
- As belas imagens, que são verdadeiras obras de arte;
- A atuação de Joel Edgerton, que dá vida ao personagem de Robert;
- A participação de William H. Macy, que rouba a cena com seu personagem de lenhador veterano.
No entanto, o filme falha em cativar além da parte técnica e estética. A direção e o roteiro não conseguem sair do lugar comum, e as situações mostradas no longa são interessantes, mas pouco empolgam. Apenas imagens estonteantes não são o suficiente para construir uma boa obra cinematográfica.
Em resumo, “Sonhos de Trem” é uma produção sensível que pode deixar o espectador emocionado com o espetáculo visual que aparece na tela e com a mensagem de que a vida é como um trem. No entanto, o filme precisa de um pouco mais de potência para se tornar mais relevante.
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