Gal Costa: Uma Voz Tamanha que Nunca se Apequenou
A cantora brasileira Gal Costa (1945-2022) é uma figura icônica da música brasileira, conhecida por sua voz poderosa e emocional. Nos anos 2000, Gal Costa enfrentou um período de menor ambição artística, com álbuns e shows que não alcançaram o mesmo nível de sucesso de seus trabalhos anteriores.
No entanto, mesmo nesse período, a voz de Gal Costa nunca perdeu seu brilho. Em shows de voz e violão, acompanhada pelo violonista Luiz Meira, ela continuou a demonstrar sua habilidade e talento. Um exemplo disso é o álbum póstumo “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”, que será lançado em maio, e que registra um show apresentado por Gal com Luiz Meira em 2003.
O single triplo “Eu vim da Bahia” / “Azul” / “Força estranha” é um aperitivo desse álbum e mostra que Gal Costa nunca dependeu do hype dos críticos para brilhar. A divisão manemolente do canto de Gal em “Eu vim da Bahia” é um destaque, e sua interpretação de “Azul” é uma demonstração de sua habilidade em surfar nos tons sinuosos da canção.
- “Eu vim da Bahia” é um samba de Gilberto Gil que Gal Costa gravou em 1965, e que agora é reinterpretado com mais extroversão e confiança.
- “Azul” é uma canção de Djavan que Gal Costa apresenta com fina sintonia com o violão de Luiz Meira.
- “Força estranha” é uma canção que mostra que a voz de Gal Costa nunca se apequenou, mesmo em um período de menor ambição artística.
Em resumo, o single triplo “Eu vim da Bahia” / “Azul” / “Força estranha” é uma demonstração da habilidade e talento de Gal Costa, e mostra que sua voz tamanha nunca se apequenou, mesmo em um período de menor ambição artística.
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