O Ano que Não Terminou: 1986 e o Rock Brasileiro
O festival C6 no Rock, programado para 22 e 23 de agosto no Parque Ibirapuera, em São Paulo, traz um line-up especial dedicado a seis álbuns lançados em 1986, um ano fundamental para o rock brasileiro. Esses álbuns, que completam 40 anos, são considerados emblemas das respectivas bandas e permanecem relevantes na história do gênero.
Os álbuns em questão são “Cabeça dinossauro” dos Titãs, “Dois” da Legião Urbana, “Selvagem?” dos Paralamas do Sucesso, “O concreto já rachou” da Plebe Rude, “Vivendo e não aprendendo” do Ira! e “Rádio pirata ao vivo” do RPM. Cada um desses álbuns contribuiu de forma significativa para a evolução do rock brasileiro, seja pela relevância artística ou pela força comercial.
Álbuns que Marcaram a História
- “Cabeça dinossauro” dos Titãs, que deu norte e identidade ao grupo paulistano e é considerado um dos títulos mais essenciais da discografia do rock brasileiro.
- “Selvagem?” dos Paralamas do Sucesso, que ajudou a quebrar o muro entre o rock e a música brasileira e introduziu questões sociais em seu discurso.
- “Dois” da Legião Urbana, que consolidou a trajetória da banda e apresentou um som mais melancólico e pessoal.
- “O concreto já rachou” da Plebe Rude, um disco de alta voltagem política que irradiou a indignação da banda contra o sistema.
- “Vivendo e não aprendendo” do Ira!, que soa como um best of do grupo e apresenta músicas que se tornaram clássicas do rock brasileiro.
- “Rádio pirata ao vivo” do RPM, um dos maiores blockbusters do rock brasileiro, que apresentou uma mistura de músicas do grupo e covers de outros artistas.
Esses álbuns, quando avaliados em retrospecto, configuram um dos conjuntos mais consistentes de lançamentos do rock brasileiro. O ano de 1986 é considerado um marco importante para o gênero, e o festival C6 no Rock é uma oportunidade para reviver esses momentos fundamentais da história do rock brasileiro.
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