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Vacinação contra a Covid-19: Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses aos estados

O Ministério da Saúde informou que enviou 2,2 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Essa ação garante estoque suficiente para atender às demandas regionais e reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.

Com essa entrega, o total de doses contra a covid-19 distribuídas nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões. O Ministério da Saúde destacou que os estoques estão garantidos em todo o país e que as vacinas ofertadas via Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas contra as cepas em circulação.

Quem deve se vacinar

O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção de grupos mais vulneráveis. Os grupos prioritários incluem:

  • Idosos (a partir de 60 anos): duas doses, com intervalo de seis meses entre elas
  • Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de seis meses desde a última dose
  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante
  • Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses)
  • População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente

A estratégia de vacinação também contempla outros grupos, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

Cenário epidemiológico

Até 11 de abril de 2026, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por covid-19 (1.456 casos), além de 188 óbitos por SRAG causados por covid-19.

Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

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