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PS5 roda Cyberpunk 2077 com Path Tracing, mas com resoluções baixíssimas

Desempenho do PS5 com Path Tracing em Jogos de PC

Recentemente, modders conseguiram transformar a versão “Fat” do PlayStation 5 em um PC gamer rodando Linux, permitindo que jogos de PC sejam executados na primeira versão do console da Sony. O Digital Foundry aproveitou essa oportunidade para testar o desempenho do PS5 com jogos que utilizam Path Tracing, como Cyberpunk 2077, Quake 2 RTX e Portal RTX.

O PS5 é equipado com uma GPU AMD RDNA 2, que não é muito potente para lidar com Ray Tracing e Path Tracing. No entanto, ainda é possível executar esses jogos com essas tecnologias, mas com resoluções muito baixas. Por exemplo, para rodar Path Tracing, o PS5 precisa de resoluções abaixo de 540p.

  • Quake 2 RTX: em 4K, o PS5 não consegue alcançar 15 FPS, mas com resolução dinâmica, pode alcançar 60 FPS, mas com resolução reduzida para 540p em alguns momentos.
  • Portal RTX: com gráficos no mínimo e resolução de 1080p para 540p com TAAU, é possível manter a taxa de quadros próxima de 30 FPS, mas com qualidade gráfica reduzida.
  • Cyberpunk 2077: no modo RT Overdrive, que é Path Tracing em toda sua capacidade, o jogo é muito exigente para o PS5 padrão. Em 1080p com Intel XeSS no modo performance, o framerate mal passou de 20 FPS com resolução interna de 348p.

Com o uso de tecnologias como o mod PT Optimized e o gerador de quadros do FSR, é possível melhorar o desempenho do jogo, mas com perda na fidelidade gráfica. É importante notar que esses testes foram realizados com a primeira versão do PS5, e que a versão PS5 Pro, com GPU mais forte, poderia ter um desempenho diferente.

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