Produções brasileiras que estreiam na Berlinale 2026
A Berlinale 2026 está em andamento, e o cinema brasileiro está ocupando um espaço importante na programação do festival. Com exibições previstas até 22 de fevereiro, a presença brasileira se revela em múltiplos gestos e linguagens.
Entre os destaques está “Feito Pipa”, de Allan Deberton, um drama sensível que acompanha um garoto no interior do Ceará em meio a sonhos, vínculos familiares e descobertas afetivas. Outro destaque é “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, selecionado para a Panorama, que investiga o tempo e as promessas que atravessam uma vida a dois e marca a estreia de Conceição Evaristo como atriz de cinema.
Além disso, a seção Generation Kplus abre com o documentário “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai, que celebra a força transformadora da infância e da imaginação. O filme “Papaya”, de Priscilla Kellen, é uma animação brasileira que combina sonho, coragem e o peso da origem.
- “A Fabulosa Máquina do Tempo” – documentário que celebra a força transformadora da infância e da imaginação
- “Feito Pipa” – drama brasileiro que segue o jovem Gugu enquanto aprende a existir em um mundo que quer colocá-lo em caixas
- “Papaya” – animação brasileira que combina sonho, coragem e o peso da origem
- “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” – registro delicado e caleidoscópico sobre o amor que persiste ao longo dos anos
- “Nosso Segredo” – filme que mergulha em segredos familiares que reverberam entre gerações e desejos
Essas produções brasileiras estreiam no Festival de Berlim 2026, mostrando a diversidade e a riqueza do cinema brasileiro. Com essas obras, o Brasil está representado em diferentes seções do festival, demonstrando a força e a criatividade do cinema nacional.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link