Placa Mercosul: mudanças em vista
A Placa Mercosul pode sofrer alterações significativas em breve, trazendo de volta a identificação com os nomes das cidades e as siglas dos estados de origem dos veículos. Essa medida foi aprovada pela Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados e está mais próxima de se tornar lei.
O Projeto de Lei, criado pelo senador Esperidião Amim, não visa eliminar a Placa Mercosul, mas adaptá-la para incluir o nome do município de origem e a sigla do estado onde o veículo foi registrado, abaixo da tarja azul com a inscrição “Brasil”. Essa ideia já recebeu apoio de outras comissões e agora aguarda a aprovação do plenário da Câmara e a sanção presidencial.
Implementação e obrigatoriedade
Caso se torne lei, a nova Placa Mercosul terá um prazo de 365 dias para ser implementada e, após isso, será obrigatória para todos os veículos novos em seu primeiro emplacamento. No entanto, os veículos que já utilizam a Placa Mercosul ou a placa cinza antiga não precisarão realizar a troca imediata.
A troca da placa será obrigatória apenas em situações específicas, como mudança de município, troca de proprietário, perda, roubo ou danos irreparáveis à identificação. É importante notar que, mesmo sem a identificação na placa, é possível descobrir a cidade de origem de um veículo com Placa Mercosul, como demonstrado pelo CT Auto.
- A nova Placa Mercosul incluirá o nome do município de origem e a sigla do estado.
- A implementação terá um prazo de 365 dias.
- A troca da placa será obrigatória apenas em situações específicas.
Essas mudanças visam atender às necessidades dos brasileiros que desejam uma maior identificação com as cidades e estados de origem dos veículos. Com a aprovação da medida, a Placa Mercosul pode se tornar mais personalizada e significativa para os proprietários de veículos.
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