Os 10 Apps que Mais Drenam Bateria — Mesmo Quando Fechados
Quando o celular está no bolso ou com a tela apagada, alguns aplicativos continuam trabalhando silenciosamente em segundo plano, o que explica por que a bateria parece acabar cada vez mais rápido. O problema não está apenas no tempo de uso, mas na forma como alguns apps utilizam recursos de localização, rede móvel, Wi-Fi, sincronização de dados e envio de notificações.
Redes sociais, serviços de mapas, transporte e streaming estão entre os principais responsáveis por esse consumo invisível. A seguir, entenda por que isso acontece e quais são os dez apps que mais drenam bateria.
Por que Eles Drenam Bateria Mesmo “Fechados”?
Fechar um aplicativo não significa, necessariamente, que ele parou de funcionar. Muitos apps continuam ativos para atualizar conteúdo, sincronizar dados ou manter serviços importantes prontos para uso imediato. Um dos fatores mais comuns é a atividade em segundo plano, quando o software segue rodando sem que o usuário perceba.
Outro ponto crítico é o uso constante da localização. Aplicativos que têm permissão para acessar o GPS o tempo todo podem consultar a posição do usuário diversas vezes ao dia, mesmo sem navegação ativa. Esse processo exige bastante energia, principalmente quando combinado com rede móvel.
Os 10 Apps que Mais Drenam Bateria
- Instagram: combina vários processos pesados ao mesmo tempo, como sincronização constante e pré-carregamento de vídeos.
- Facebook: roda serviços invisíveis que atualizam o feed e coletam dados mesmo quando o aplicativo não está aberto.
- TikTok: exige muito da bateria por trabalhar quase exclusivamente com a reprodução contínua de vídeos.
- Google Maps: usa frequente o GPS, o que consome muita energia, principalmente quando a permissão de localização está configurada como “sempre permitir”.
- Uber/99: monitoram a localização de forma recorrente para verificar disponibilidade, status de corridas e promoções.
- WhatsApp: mantém sincronização contínua, utiliza criptografia de ponta a ponta e realiza backups automáticos, além de lidar com um grande volume de notificações.
- Gmail: utiliza push de e-mails em tempo real, o que significa que o aplicativo está sempre atento à chegada de novas mensagens.
- YouTube: pode consumir bateria em segundo plano com atualizações, downloads e notificações frequentes.
- Spotify: combina streaming contínuo com armazenamento de cache local, o que exige uso constante de rede e processamento.
- Apps de compras e delivery: abusam de notificações e atualizações frequentes de ofertas, pedidos e promoções.
O que Fazer para Economizar Bateria?
É possível reduzir a influência desses aplicativos na autonomia da bateria com alguns ajustes simples, como revisar as permissões de localização e evitar o uso em segundo plano sempre que não for importante.
Controle a sincronização automática e desative alertas desnecessários, principalmente de apps de compras e redes sociais. Acompanhe o consumo de bateria nas configurações do próprio celular e use os modos de economia de bateria disponíveis no aparelho.
Além disso, manter o sistema atualizado e usar os modos de economia de bateria disponíveis no aparelho ajuda o sistema a gerenciar melhor os recursos, equilibrando desempenho e autonomia, como no caso do iPhone.
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