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Óculos da Meta vira “câmera de espionagem” com modificação de R$ 250

Óculos da Meta: uma câmera de espionagem?

Os óculos Ray-Ban Meta, criados pela Meta, chegaram ao mercado com a promessa de proporcionar uma nova maneira de registrar momentos do cotidiano de forma prática e conectada. No entanto, modificadores estão usando essa tendência para ganhar dinheiro transformando o acessório em uma “câmera de espionagem”.

Esses especialistas em modificações de hardware oferecem um serviço específico: a desativação do LED frontal dos óculos, projetado para alertar sobre as gravações que estão em andamento. O sistema impede o funcionamento da câmera caso o usuário tente cobrir essa luz com fitas ou adesivos.

Cobrando um valor médio de US$ 50 (cerca de R$ 250 na cotação atual) em plataformas online, essas pessoas desativam fisicamente esse mecanismo de segurança dos óculos inteligentes. Isso permite que as gravações sejam feitas sem que as pessoas ao redor sejam alertadas.

Como os hackers desativam a luz de LED dos óculos?

Um vídeo publicado pela jornalista Joanna Stern no YouTube detalha como ocorre esse procedimento de desativação do LED nos óculos Ray-Ban Meta. Os modificadores utilizam microfuradeiras para perfurar a estrutura do acessório e romper o circuito elétrico que ativa o componente luminoso.

O próximo passo adotado é preencher o canal perfurado com uma camada de resina transparente. Com isso, o sensor de luz dos óculos passa a identificar o espaço sempre como desobstruído, liberando a filmagem em qualquer circunstância.

Além disso, a chegada da temporada de verão no Hemisfério Norte acende outro alerta. Com praias cada vez mais lotadas, a popularização desse tipo de intervenção representa uma ameaça real à segurança e à privacidade dos cidadãos.

  • A desativação do LED frontal dos óculos permite que as gravações sejam feitas sem alertar as pessoas ao redor.
  • O procedimento de desativação é feito por modificadores que cobram um valor médio de US$ 50 (cerca de R$ 250) em plataformas online.
  • A popularização desse tipo de intervenção representa uma ameaça real à segurança e à privacidade dos cidadãos.

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