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O que vale a pena ver na SP-Arte 2026?

A SP-Arte 2026 está aí, e com ela, uma oportunidade de ver o que há de novo e interessante no mundo das artes visuais. A curadora Marina Frúgoli selecionou alguns estandes que merecem atenção especial, e vamos explorar juntos o que eles têm a oferecer.

Um dos estandes destacados é o da Albuquerque Contemporânea, que apresenta um projeto coletivo que reúne jovens artistas e nomes consagrados do circuito brasileiro. O estande D09 é um exemplo de como as gerações podem se encontrar e criar algo novo e interessante. Com artistas como José Bechara, Nuno Ramos, Tatiana Blass e Waltercio Caldas, ao lado de jovens talentos como Froiid e Dyana Santos, o estande é um must-see.

Outro estande que merece atenção é o da Galeria Marilia Razuk, que apresenta uma seleção de artistas latino-americanos emergentes e consagrados. O estande destaca a produção da artista Mapuche Seba Calfuqueo, que vai mostrar trabalhos já apresentados na Bienal de Bogotá de 2025, mas exibidos pela primeira vez no Brasil. Além disso, o estande articula relações com outros artistas representados pela galeria, como Thiago Rocha Pitta, Carolina Colichio e Maria Andrade.

O estande da Vermelho também é um destaque, com uma combinação de peso histórico e fôlego conceitual. A galeria apresenta novas séries de Claudia Andujar, obras de Detanico e Lain, trabalhos de Dora Longo Bahia, entre outros. O conjunto desenha um percurso que vai da experiência de estrada nos anos 1970 às reconfigurações de mapas e monumentos no presente.

Além desses estandes, Marina também destaca os estandes do Solar e da Salar, que podem ser uma boa surpresa. A Salar é uma galeria boliviana que costuma trazer bons artistas da Bolívia, e o Solar é conhecido por suas excelentes exposições.

Em resumo, a SP-Arte 2026 é uma oportunidade de ver o que há de novo e interessante no mundo das artes visuais. Com estandes como o da Albuquerque Contemporânea, Galeria Marilia Razuk e Vermelho, você pode ter uma ideia do que está acontecendo no mundo da arte. E não se esqueça de deixar tempo para as paradas não planejadas, pois são os encontros imprevistos que mais costumam trazer boas lembranças.

  • Albuquerque Contemporânea: um projeto coletivo que reúne jovens artistas e nomes consagrados do circuito brasileiro.
  • Galeria Marilia Razuk: uma seleção de artistas latino-americanos emergentes e consagrados, com destaque para a produção da artista Mapuche Seba Calfuqueo.
  • Vermelho: uma combinação de peso histórico e fôlego conceitual, com novas séries de Claudia Andujar, obras de Detanico e Lain, trabalhos de Dora Longo Bahia, entre outros.

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