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Mônica Salmaso lança em agosto um tributo a Elizeth Cardoso – veja a capa e o repertório de ‘Senhora das canções’

Mônica Salmaso Lança Tributo a Elizeth Cardoso

A cantora Mônica Salmaso está prestes a lançar um tributo à lendária Elizeth Cardoso, uma das vozes mais icônicas da música brasileira. O álbum, intitulado “Senhora das canções – Um tributo a Elizeth”, será lançado em agosto e contém 16 faixas que celebram a discografia de Elizeth.

Elizeth Cardoso, conhecida como a “Divina”, foi uma cantora carioca que deixou um legado indelével na música brasileira. Com uma carreira que abrangeu mais de quatro décadas, Elizeth interpretou clássicos como “Canção de amor” e “Meiga presença”. Mônica Salmaso, com sua voz poderosa e compromisso com a arte, é a escolha perfeita para homenagear a cantora.

O show que deu origem ao álbum estreou no Rio de Janeiro em 2020, por ocasião do centenário de nascimento de Elizeth. Com arranjos e direção musical do violonista Paulo Aragão, o show foi um sucesso e retornou à cidade natal de Elizeth em maio de 2025 para uma série de apresentações no Teatro Ipanema.

Para gravar o álbum, Mônica Salmaso reuniu uma equipe de músicos talentosos, incluindo Aquiles Moraes, Luciana Rabello, Magno Júlio, Marcus Thadeu, Mauricio Carrilho, Paulo Aragão e Teco Cardoso. A gravação foi feita ao vivo no estúdio da Biscoito Fino, sem plateia, e resultou em um álbum que é uma verdadeira homenagem à arte de Elizeth.

Repertório do Álbum

O álbum “Senhora das canções – Um tributo a Elizeth” contém as seguintes faixas:

  • “Lembre-se” (Moacir Santos e Vinicius de Moraes, 1959)
  • “Seresteiro” (Zé Ketti, Raul Moreno e Renato Lima, 1954)
  • “Carta de poeta” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970)
  • “Noturno em tempo de samba” (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, 1944)
  • “Minhas madrugadas” (Candeia e Paulinho da Viola, 1965)
  • “Deixa pra lá” (Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira, 1945)
  • “Violão vadio” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970)
  • “Nossa Senhora do Silêncio” (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro, 2015)
  • “Valsa sem nome” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963)
  • “Sei lá, Mangueira” (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968)
  • “De bem com o amor” (Luciana Rabello e Paulo César Pinheiro, 2014)
  • “Se as estrelas falassem” (Elizeth Cardoso, 1973)
  • “Canção do amor demais” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
  • “Janelas abertas” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
  • “A mentira acaba” (Rui de Almeida e Arnô Provenzano, 1950)
  • “Poema dos olhos da amada” (Paulo Soledade e Vinicius de Moraes, 1954)

Com essa seleção de músicas, Mônica Salmaso oferece uma homenagem sincera e emocional à arte de Elizeth Cardoso, garantindo que o legado da “Divina” continue a inspirar gerações futuras de músicos e fãs.

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