Mini Kerti: Uma Jornada de Autoconhecimento e Liberdade
A diretora Mini Kerti, aos 56 anos, está vivendo um momento de grande expansão criativa e intensidade em sua carreira. Com projetos como o documentário “Dona Onete – Meu coração neste pedacinho aqui” e a série “Juntas e Separadas”, ela está mergulhando em histórias de mulheres, tempo e transformação.
Essa sintonia com as narrativas femininas vem de um momento pessoal de mudanças, como a menopausa. Mini descreve esse período como um novo ponto de partida, uma fase de desorganização e reinvenção. “É como se você tivesse que se achar de novo: quem é essa nova eu?”, diz. A resposta que vem se apresentando é de uma Mini mais livre e segura.
Com a maturidade, Mini afirma que tem mais liberdade para escolher seus projetos e contar histórias que realmente a interessam. Ela destaca a importância de ter uma relação saudável com o corpo e de se permitir viver plenamente, além da capacidade de reproduzir. “A vida não é só sobre se você pode ou não reproduzir, é sobre viver”, afirma.
Mini também fala sobre a importância de contar histórias de mulheres de forma autêntica e empática. Ela acredita que as mulheres contam histórias de forma diferente, pois têm uma perspectiva única e uma vivência que os homens não têm. “É o lugar de fala, de onde você olha, onde coloca a câmera”, explica.
Alguns dos pontos-chave que Mini destaca sobre sua jornada incluem:
- A liberdade de escolher projetos que realmente a interessam;
- A importância de ter uma relação saudável com o corpo;
- A capacidade de viver plenamente, além da capacidade de reproduzir;
- A importância de contar histórias de mulheres de forma autêntica e empática.
Em resumo, a jornada de Mini Kerti é um exemplo de como a maturidade e a autoconhecimento podem trazer liberdade e segurança para as mulheres. Com sua abordagem autêntica e empática, ela está redesenhando o que significa viver os 50+ atualmente.
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