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Microsoft 365 tem aumento de 42%; saiba como pagar mais barato

Microsoft 365: Entenda o Aumento de Preços e Aprenda a Economizar

O Microsoft 365, serviço de produtividade da Microsoft, sofreu um aumento de preços significativo em janeiro de 2025, afetando usuários brasileiros. O reajuste mais expressivo em 12 anos trouxe mudanças nos planos anuais e mensais, com aumentos que variam de 33,3% a 41,7%.

Os novos preços são os seguintes:

  • Microsoft 365 Personal: de R$ 36 para R$ 51 por mês (aumento de 41,7%)
  • Microsoft 365 Family: de R$ 45 para R$ 60 por mês (aumento de 33,3%)
  • Plano anual Personal: de R$ 359 para R$ 509 por ano
  • Plano anual Family: de R$ 449 para R$ 599 por ano

A justificativa para o aumento é a inclusão de novos benefícios, como o Microsoft Copilot, um assistente de inteligência artificial integrado a várias ferramentas do Office. No entanto, muitos usuários não utilizam essas ferramentas de IA, o que gera questionamentos sobre a necessidade do aumento.

Para evitar o aumento, existem algumas alternativas:

  • Migrar para os planos Classic (sem IA), que mantêm os preços antigos, mas podem não receber atualizações futuras.
  • Optar pelo Microsoft 365 Básico, que oferece apenas 100GB de armazenamento na nuvem e acesso web aos aplicativos, sem o Copilot.
  • Utilizar o Office Online gratuito, que oferece versões básicas do Word, Excel e PowerPoint, além de 5GB de armazenamento no OneDrive.
  • Explorar alternativas gratuitas, como o Google Workspace ou o LibreOffice.
  • Comprar licenças de varejo do Office 2021, que oferece uma compra única, sem mensalidade, mas sem atualizações de novos recursos.

É importante lembrar que, para assinantes que já têm a conta ativa, cancelar a assinatura atual e optar por um plano mais barato pode ser uma solução. No entanto, é fundamental entender as limitações e restrições de cada plano antes de tomar uma decisão.

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Se você está recebendo notificações sobre mudanças no valor da sua assinatura anual do Microsoft 365, não está sozinho. O maior aumento de preços do serviço em 12 anos, que começou em janeiro de 2025, continua gerando impactos em usuários brasileiros com a renovação, principalmente para quem aderiu ao plano anual. Afinal, apesar do aumento de R$ 359 para R$ 509, a empresa segue aceitando apenas pagamentos à vista. A boa notícia é que existem formas de continuar usando o serviço pagando menos — ou até de graça. Veja abaixo detalhes sobre a mudança e aprenda formas de economizar diante da mudança.
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Arte: TechTudo
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Quando tudo começou
Em 16 de janeiro de 2025, a Microsoft implementou o reajuste mais significativo desde o lançamento do Office 365. Novos assinantes passaram a pagar os valores aumentados imediatamente.
Para assinantes antigos, o impacto variou:
Planos mensais: O aumento foi aplicado entre janeiro e fevereiro de 2025. Esses usuários já pagam os novos valores há quase um ano.
Planos anuais: Aqui está o ponto-chave – quem paga anualmente só sente o aumento na primeira renovação após janeiro de 2025. Por isso, muitos assinantes estão recebendo notificações apenas agora, em dezembro, descobrindo que na próxima cobrança pagarão R$ 509 (Personal) ou R$ 599 (Family) em vez dos R$ 359 e R$ 449 que pagavam antes.
Isso explica por que o tema voltou a gerar reclamações nas redes sociais neste final de ano: é a onda de assinantes anuais chegando na primeira renovação com o novo preço.
Mudança nos valores
Os valores subiram significativamente no Brasil a partir de janeiro de 2025:
Microsoft 365 Personal: de R$ 36 para R$ 51 por mês (aumento de 41,7%)
Microsoft 365 Family: de R$ 45 para R$ 60 por mês (aumento de 33,3%)
No plano anual, os valores também foram reajustados proporcionalmente:
Personal: de R$ 359 para R$ 509 por ano
Family: de R$ 449 para R$ 599 por ano
Muitos assinantes antigos com planos anuais estão recebendo notificações apenas agora, em dezembro, informando sobre o valor que pagarão na próxima renovação — um aumento que pode chegar a R$ 150 no plano anual. Veja detalhes na tabela abaixo.
Novos valores da Microsoft 365
Microsoft 365 tem planos para uso doméstico e para empresas
Divulgação/Microsoft
A justificativa: IA incluída no pacote
A Microsoft alega que o reajuste reflete “os extensos benefícios de assinatura” adicionados ao serviço desde 2013. O principal argumento é a inclusão do Microsoft Copilot, assistente de inteligência artificial integrado ao Word, Excel, PowerPoint, Outlook e OneNote. O ponto de discussão é que muitos usuários não utilizam — ou não têm interesse — nessas ferramentas de IA. E o recurso vem incluído automaticamente na assinatura.
Bryan Rognier, vice-presidente do Microsoft 365, defendeu o aumento dizendo que ele permitirá à empresa “continuar inovando e trazendo novas funcionalidades nos próximos anos”. A Bloomberg aponta que a medida também visa ajudar a justificar os bilhões de dólares que a companhia está investindo em infraestrutura de inteligência artificial.
O sistema de créditos limitados
Além de pagar mais caro, os usuários do Microsoft 365 Personal e Family terão acesso limitado ao Copilot:
Cada assinante recebe 60 créditos de IA por mês
Cada ação do Copilot (gerar texto, criar tabela, editar imagem) consome 1 crédito
Créditos não utilizados expiram no final do mês
No plano Family, apenas o titular tem acesso ao Copilot
Se você quiser usar a IA sem limites, precisará pagar ainda mais: o Copilot Pro custa R$ 132 adicionais por mês.
Tem como escapar do aumento?
Para quem está recebendo a notificação agora e quer evitar o novo preço, a Microsoft oferece algumas alternativas — mas é necessário atenção.
Para assinantes que já têm a conta ativa, podem cancelar a assinatura atual e optar pelos planos Personal Classic ou Family Classic, sem Copilot e com os preços antigos (R$ 359 e R$ 449 anuais). Mas, atenção: esses planos têm “tempo limitado” e não receberão “certas inovações e características novas”
Assinantes também podem mudar para o Microsoft 365 Básico (sem Copilot, apenas 100GB de OneDrive) por R$ 15/mês.
Para novos assinantes, não há escapatória: todos pagam o preço cheio, com Copilot incluso. É possível desativar o Copilot nas configurações do Word e Excel (outros apps terão a opção “nas próximas semanas”), mas continuará no plano.
Como pagar mais barato no Microsoft 365: 5 alternativas
1. Migre para os planos Classic (sem IA)
Veja as melhores opções para quem já é assinante e não quer pagar mais:
Microsoft 365 Personal Classic: R$ 359/ano (preço antigo)
Microsoft 365 Family Classic: R$ 449/ano (preço antigo)
Como fazer: Cancele sua assinatura atual e contrate o plano Classic antes da renovação.
Atenção: Esses planos não incluem Copilot e podem não receber “certas inovações futuras”. A Microsoft não deixa claro por quanto tempo estarão disponíveis.
2. Microsoft 365 Básico: apenas o essencial
Para quem usa principalmente o OneDrive:
R$ 15/mês (R$ 180/ano)
100GB de armazenamento na nuvem
Acesso web aos aplicativos (sem versões desktop)
Sem Copilot
Ideal para: Quem precisa basicamente de backup em nuvem e usa pouco os apps do Office.
3. Use o Office Online gratuito
A própria Microsoft oferece versões gratuitas e funcionais:
Word, Excel, Microsoft PowerPoint online
5GB de OneDrive grátis
Acesso via navegador
Limitações: Menos recursos que as versões desktop, mas suficiente para uso básico.
Como acessar: Entre em office.com com uma conta Microsoft gratuita.
Google Workspace passa a ser gratuito para todos os usuários
Filipe Garrett/TechTudo
4. Alternativas gratuitas completas
Google Workspace (gratuito)
Docs, Planilhas, Apresentações
15GB no Google Drive
Funciona offline
Excelente colaboração em tempo real
LibreOffice
Software livre e gratuito
Compatível com formatos do Office
Versões para Windows, Mac e Linux
Sem armazenamento em nuvem incluso
OnlyOffice
Interface similar ao Office
Gratuito para uso pessoal
Integração com várias plataformas de nuvem
5. Compre licenças de varejo (uma única vez)
Se você não precisa de OneDrive e prefere não pagar assinatura:
Office 2021 Home & Student: Compra única, sem mensalidade
Inclui Word, Excel e PowerPoint
Sem atualizações de novos recursos (apenas segurança)
Preço: Varia entre R$ 600-800 em varejistas autorizados, mas é pago uma única vez.

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