Mestre Ciça: O Coração Bate Forte no Carnaval
O Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 será lembrado por muitos anos, especialmente para Mestre Ciça, que com a vitória da Unidos do Viradouro, entrou para o panteão dos imortais do Carnaval. Com uma carreira que já ultrapassa quatro décadas, Ciça é um nome sinônimo de paixão, dedicação e mestria na direção de bateria.
Nascido em 1956, no Rio de Janeiro, Ciça começou sua jornada no Carnaval em 1971, como passista e ritmista da escola de samba Unidos de São Carlos, que mais tarde se tornou Estácio de Sá. Sua trajetória é marcada por passagens em várias escolas de samba, incluindo Unidos da Tijuca, Acadêmicos do Grande Rio e União da Ilha do Governador, mas foi na Viradouro que ele encontrou seu lar espiritual, atuando como diretor de bateria a partir de 1999, com uma pausa entre 2009 e 2019.
Um Legado de Suor e Sangue
Ciça personifica o sambista que dá tudo de si para ver sua escola brilhar. Com 38 anos de experiência como diretor de bateria, ele inspira gerações com seu amor incondicional ao Carnaval. O enredo “Pra Cima, Ciça” é um testemunho dessa inspiração, mostrando como sua figura é vista como um farol de motivação para todos os envolvidos.
A vitória da Viradouro no Carnaval 2026 não é apenas um marco na carreira de Ciça, mas também um reconhecimento de sua contribuição para a comunidade carnavalesca. Ele é mais do que um diretor de bateria ou ritmista; é um exemplo a ser seguido, um mestre que ensina com seu exemplo a importância do amor, da dedicação e do suor.
À medida que Ciça se aproxima de seus 70 anos, sua consagração como um dos imortais do Carnaval é um tributo ao seu legado. Ele continua a ser uma fonte de inspiração, mostrando que a paixão e o compromisso podem levar a grandes conquistas, mesmo após décadas de carreira. A comunidade carnavalesca tem um novo motivo para celebrar, e o nome de Mestre Ciça será eternamente lembrado como um dos maiores.
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