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Maternidade deixa de ser obstáculo para atletas de elite com novas regras no esporte

Maternidade e Esporte: Um Novo Capítulo

A maternidade e o esporte de alto rendimento, por muito tempo, foram considerados caminhos incompatíveis. No entanto, com o avanço das políticas de proteção à maternidade, as atletas de elite podem agora conciliar suas carreiras esportivas com a maternidade.

Um exemplo disso é a criação do Maternity Wildcard pela World Surf League (WSL), que permitirá que as esportistas retornem diretamente ao tour após terem filhos, sem precisar passar pelas divisões de acesso. Essa medida é um grande passo para as atletas, que agora podem manter suas carreiras ativas sem medo de perder espaço ou oportunidades financeiras.

Outras Modalidades e Políticas

Além da WSL, outras modalidades esportivas e ligas também anunciaram políticas de proteção à maternidade. A Fifa, por exemplo, exige que suas associações-membro disponibilizem uma licença-maternidade mínima de 14 semanas, com pagamento de ao menos dois terços do salário. Já o Milan Women, da Itália, anunciou a renovação automática de contrato para jogadoras grávidas no último ano de vínculo.

No Brasil, o Santos Futebol Clube lançou uma política de apoio à maternidade para atletas da equipe, com estabilidade contratual durante a gestação, acompanhamento multidisciplinar e suporte no retorno aos treinos e às competições. A Women’s Tennis Association (WTA) criou um fundo que oferece até 12 meses de licença remunerada e proteção de ranking para mais de 320 tenistas.

Benefícios e Avanços

Essas políticas de proteção à maternidade são fundamentais para as atletas, que agora podem manter suas carreiras ativas sem medo de perder espaço ou oportunidades financeiras. Além disso, as medidas de apoio à maternidade também incluem benefícios como licença-maternidade remunerada, proteção de ranking e suporte no retorno aos treinos e às competições.

Algumas atletas, como a surfista Tatiana Weston-Webb e a ginasta Jade Barbosa, são exemplos de como a maternidade não precisa ser um obstáculo para as carreiras esportivas. A atleta de vôlei de praia Carol Solberg também reconhece os avanços nas políticas de proteção à maternidade, lembrando que “muita coisa mudou” desde a época em que sua mãe jogou grávida.

Outro esporte que tem se destacado nesse sentido é o

  • basquete

, com a Women’s National Basketball Association (WNBA) incluindo benefícios para esportistas grávidas em seu acordo coletivo com atletas.

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