Luísa Sonza: Uma Intérprete de Bossa Nova Legítima
O álbum “Bossa sempre nova” de Luísa Sonza é um tributo à bossa nova, um gênero musical brasileiro que ganhou fama mundial nos anos 1960. Com a colaboração de Roberto Menescal e Toquinho, dois nomes consagrados do gênero, Luísa Sonza apresenta um álbum de textura orgânica e reverente à bossa nova.
A cantora interpreta 13 standards do gênero, incluindo “Carta ao Tom 74”, “Samba de verão” e “Águas de março”, com a fluência e a destreza vocal que a tornam uma legítima intérprete de bossa nova. A produção musical é assinada por Roberto Menescal e Douglas Moda, com a colaboração de Toquinho em várias faixas.
O álbum é um exemplo de como a bossa nova pode ser reinterpretada de forma contemporânea, sem perder sua essência. Luísa Sonza se aventura por canções como “Só tinha de ser com você” e “Consolação”, com arranjos que respeitam a tradição do gênero, mas também trazem uma nova perspectiva.
Algumas das faixas mais destacadas do álbum incluem:
- “Samba de verão”, com a leveza eterna que justifica o aval de Roberto Menescal;
- “Águas de março”, com a fluência que se mantém ao longo do disco;
- “Nós e o mar”, uma bela e menos lembrada canção que Luísa Sonza canta lindamente;
- “Triste”, com a melancolia condizente com os versos de Antonio Carlos Jobim.
O álbum “Bossa sempre nova” é um exemplo de como a música brasileira pode ser celebrada e reinterpretada de forma contemporânea. Luísa Sonza se torna uma intérprete legítima de bossa nova, com um álbum que honra o gênero e o põe novamente no mapa-múndi da música.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link