Luísa Sonza e o Excesso em “Brutal Paraíso”
O novo álbum de Luísa Sonza, “Brutal Paraíso”, é um projeto ambicioso que aposta no excesso, oferecendo uma audição cansativa de mais de uma hora de duração, com 23 faixas. A cantora busca mostrar sua versatilidade, misturando estilos como bossa nova, pop oitentista, funk, trap e reggaeton, com participações de vários artistas.
A mistura de estilos é evidente nas letras, que variam do sensual ao rebuscado, em português, inglês e espanhol. No entanto, essa abordagem excessiva acaba se voltando contra a cantora, tornando o álbum cansativo e difícil de ouvir do início ao fim.
Uma Abordagem Excessiva
A sensação é de que Luísa Sonza quer provar que sabe fazer de tudo, desde bossinhas românticas até funk para tocar em festas. No entanto, essa abordagem excessiva faz com que as músicas que realmente brilham sejam soterradas por outras que parecem estar ali apenas para fazer volume.
Um exemplo disso é a faixa-título, “Brutal Paraíso”, que é uma carta à sobrinha de Luísa e fala sobre ser uma mulher, amar e se perdoar. Essa música é a mais honesta do álbum e merecia espaço para brilhar, mas acaba sobrando devido à duração excessiva do disco.
Conclusão
Em resumo, “Brutal Paraíso” é um álbum ambicioso que tenta abraçar o mundo, mas acaba cansando devido à excessiva duração e mistura de estilos. A edição é fundamental para um disco de 23 faixas funcionar, e a falta de edição torna o álbum difícil de ouvir do início ao fim.
- Aposta no excesso, com 23 faixas e mais de uma hora de duração.
- Mistura de estilos, incluindo bossa nova, pop oitentista, funk, trap e reggaeton.
- Participações de vários artistas, como MC Morena, MC Meno K e Sebastian Yatra.
- Letras variadas, do sensual ao rebuscado, em português, inglês e espanhol.
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