Casais Lésbicos Icônicos em Novelas Brasileiras
A representação de casais lésbicos em novelas brasileiras tem sido um tema importante nos últimos anos, quebrando tabus e provocando debates significativos. Desde a novela “Torre de Babel” (1998) até “Três Graças” (2026), essas narrativas têm contribuído para uma maior visibilidade e aceitação da comunidade LGBT+ no Brasil.
Alguns casais lésbicos marcaram a história das novelas brasileiras, como “Clarina” de “Em Família” (2014) e Jenifer e Eleonora de “Senhora do Destino” (2004). Esses casais ajudaram no processo de aceitação da própria sexualidade e facilitaram conversas delicadas com familiares. A Globoplay reúne décadas de representação LGBTQIAP+ em novelas brasileiras, oferecendo uma plataforma para que o público assista e reflita sobre essas histórias.
10 Casais Lésbicos Icônicos
- Leila e Rafaela – Torre de Babel (1998)
- Rafaela e Clara – Mulheres Apaixonadas (2003)
- Eleonora e Jenifer – Senhora do Destino (2004)
- Clara e Marina – Em Família (2014)
- Estela e Tereza – Babilônia (2015)
- Helena e Clara – Vai Na Fé (2023)
- Maura e Selma – Segundo Sol (2018)
- Gabriela e Ilana – Um Lugar ao Sol (2021)
- Laís e Cecília – Vale Tudo (2025)
- Lorena e Juquinha – Três Graças (2026)
Cada um desses casais tem uma história única e contribuiu de forma significativa para a representação lésbica nas novelas brasileiras. Alguns, como Leila e Rafaela, enfrentaram forte rejeição e polêmica, enquanto outros, como Eleonora e Jenifer, tiveram um final feliz e adotaram uma criança.
A novela “Três Graças” (2026) apresentou o casal Lorena e Juquinha, conhecido como “Lokinha”, que se tornou um fenômeno viral nas redes sociais e conquistou o público com sua história de amor e aceitação.
A representação de casais lésbicos em novelas brasileiras é um passo importante para a visibilidade e aceitação da comunidade LGBT+. A Globoplay oferece uma plataforma para que o público assista e reflita sobre essas histórias, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.
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