Lauren Weisberger: A vida depois de “O Diabo Veste Prada”
Lauren Weisberger, autora do bestseller “O Diabo Veste Prada”, reflete sobre a vida após o sucesso do livro e como ele continua a ser relevante anos depois. Ela escreveu o livro aos 23 anos, sem intenção de criar um fenômeno cultural, mas apenas para expressar sua experiência como assistente de uma mulher poderosa.
O livro se tornou um sucesso instantâneo e foi adaptado para o cinema, tornando-se um ícone da cultura popular. Weisberger destaca que a história não é mais apenas sua, mas sim uma parte da cultura popular que as pessoas se apropriaram. Ela também comenta sobre como o livro foi interpretado e reimaginado ao longo dos anos, tornando-se um símbolo de ambiente de trabalho tóxico.
A evolução da autora
Weisberger também fala sobre como ela evoluiu como pessoa e escritora desde a publicação do livro. Ela escreveu mais oito romances e se tornou uma pessoa mais matizada e menos certa das coisas. Ela também comenta sobre como a vida a ensinou a ser mais empática e a entender as complexidades das relações humanas.
Além disso, Weisberger compartilha sobre como sua vida pessoal mudou desde a publicação do livro. Ela se casou, teve dois filhos e se tornou uma pessoa mais equilibrada. Ela também comenta sobre como a pandemia a fez repensar sua vida e mudar seu estilo de vida, incluindo a decisão de morar em um barco de pesca oceânica.
A sequência de “O Diabo Veste Prada”
Weisberger também fala sobre a sequência do livro, que está em produção. Ela comenta sobre como as dinâmicas centrais da história, como poder, identidade e compromisso, continuam a ser relevantes hoje em dia. Ela também destaca que a história não é mais apenas sobre a moda, mas sim sobre as perguntas universais que as pessoas ainda tentam responder.
- Qual é o custo da vida que você quer?
- Qual é o impacto que você tem nas pessoas ao seu redor?
- Depois de conquistar exatamente o que queria, você ainda é a mesma pessoa que o queria?
Weisberger conclui que a vida é cheia de surpresas e que não podemos controlar como as coisas vivem e crescem no mundo. No entanto, podemos ser as pessoas que iniciam as coisas e criar histórias que continuem a ser relevantes anos depois.
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