Insulfilm Automotivo: Entendendo os Limites para Evitar Multas
O uso de películas automotivas, também conhecidas como insulfilm, é uma prática comum entre motoristas que buscam estética, segurança e conforto térmico. No entanto, é fundamental entender as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para evitar multas e garantir a segurança viária.
As resoluções nº 960 e 989 do Contran estabelecem limites rigorosos para o uso do insulfilm, com foco principal na transmitância luminosa. Isso significa que os vidros do veículo devem ter uma transparência mínima para garantir a visão do motorista em condições adversas, como chuva ou condução noturna.
- Para o para-brisa e os vidros laterais dianteiros, a transparência mínima exigida é de 70%.
- Nos vidros traseiros, a tolerância é maior, e o índice pode chegar a 28% de transparência.
Além disso, o estado físico da película também é fundamental. O insulfilm danificado, com bolhas, rasgos, manchas ou áreas descascadas, pode comprometer a visão do motorista e é considerado irregular. Dirigir com o acessório danificado em áreas indispensáveis à condução pode resultar em multa.
Para evitar problemas, é importante entender as regras do insulfilm e realizar manutenção constante. Além disso, é fundamental conhecer as diferenças entre infrações leves, médias e graves para evitar penalidades rigorosas.
Em resumo, o uso do insulfilm automotivo pode ser benéfico, mas é crucial respeitar as diretrizes do Contran e manter o acessório em boas condições para garantir a segurança viária e evitar multas.
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