IA Virou Atalho da Geração Z para Promoções no Trabalho
A inteligência artificial (IA) se tornou um novo atalho para subir na carreira, especialmente para a Geração Z. Segundo uma pesquisa da Novorésumé, cerca de 15% dos profissionais afirmam ter conquistado promoções graças, ao menos em parte, ao uso de IA no trabalho. Entre a Geração Z, esse número é ainda maior: mais de um quarto (26,5%) relatam o mesmo resultado.
Um estudo da McKinsey corrobora esse cenário, mostrando que quase 90% dos profissionais já utilizam a tecnologia regularmente em suas funções. No entanto, dominar o ChatGPT não entrega a chave da diretoria. A pesquisa da Novorésumé também aponta que 12,4% dos profissionais admitem que a tecnologia não mudou em nada suas chances de crescimento.
Os Limites do Uso da IA
Há um limite quando se trata do uso corporativo da IA. É preciso entender as implicações éticas, as políticas internas e o nível de conforto das equipes. Os profissionais que estão do lado certo dessa linha são recompensados porque dedicam tempo para se educar.
A estratégia difere de acordo com o ambiente. Em uma startup, inovar com ferramentas emergentes é o motor do negócio. Já em uma empresa tradicional, de liderança mais rígida, a abordagem deve ser mais cautelosa. O segredo é ler a cultura da empresa: você deve adequar o uso da tecnologia à personalidade de quem toma as decisões.
O Truque para Usar Bem a IA
Especialistas têm afirmado que os profissionais não serão substituídos pela IA, mas por um humano que saiba usá-la melhor. Dados da PwC mostram que pessoas com habilidades avançadas, como engenharia de prompts, chegam a receber bônus salarial de 56%. Isso vai além de pedir resumos a um robô; trata-se de formular comandos como um especialista e encarar a requalificação como parte da rotina.
Para usar a IA de forma eficaz, é importante:
- Potencializar ideias, e não terceirizar o pensamento
- Equilibrar técnica e comportamento
- Ler as “letras miúdas” corporativas
Além disso, é fundamental lembrar que as habilidades humanas, como pensamento crítico, resolução de problemas e a capacidade de produzir sem IA, se tornarão um superpoder no futuro.
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