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A Presença de Microplásticos no Corpo Humano: Um Desafio para a Saúde Global

A presença de microplásticos no organismo humano é um tema que tem ganhado atenção nos últimos anos, especialmente após estudos que apontam uma possível associação entre esses resíduos e um risco maior de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e até morte. De acordo com um estudo publicado no New England Journal of Medicine, pacientes com microplásticos em suas placas ateroscleróticas apresentaram maior incidência desses desfechos em comparação àqueles cujas placas estavam livres de microplásticos.

Os microplásticos são classificados como “contaminantes emergentes” pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e podem ser encontrados em diversas partes do corpo humano, incluindo o cérebro, placentas, cordões umbilicais, fígados, rins, pulmões e testículos. A exposição a esses resíduos pode ocorrer pela alimentação, respiração e, possivelmente, pela absorção da pele.

Os Desafios da Contaminação por Microplásticos

A contaminação por microplásticos é um desafio para a saúde global, pois esses resíduos podem causar inflamações e alterações celulares, além de carregar aditivos potencialmente tóxicos. Além disso, a invisibilidade da contaminação é um fator que dificulta a percepção da ameaça que os microplásticos representam para a sociedade.

Para combater essa ameaça, cientistas têm se debruçado em desenvolver métodos eficazes de remoção desses resíduos. Uma das abordagens é o uso da “aférese terapêutica”, uma técnica avançada de filtragem sanguínea que pode remover compostos de plástico diretamente da corrente sanguínea.

A Tecnologia como Ferramenta de Combate aos Microplásticos

A tecnologia tem sido uma ferramenta importante no combate aos microplásticos. Além da aférese terapêutica, já surgem purificadores de água inteligentes equipados com membranas de grafeno e sensores de IA capazes de bloquear partículas em escala nanométrica. Esses dispositivos podem ser uma forma eficaz de purificar o que consumimos e reduzir a exposição a microplásticos.

Em resumo, a presença de microplásticos no corpo humano é um desafio para a saúde global que requer uma abordagem multifacetada. A tecnologia pode ser uma ferramenta importante no combate a esses resíduos, e é fundamental que continuemos a investir em pesquisas e desenvolvimentos para encontrar soluções eficazes para essa ameaça.

  • Os microplásticos são classificados como “contaminantes emergentes” pela OMS.
  • A exposição a microplásticos pode ocorrer pela alimentação, respiração e, possivelmente, pela absorção da pele.
  • A tecnologia pode ser uma ferramenta importante no combate aos microplásticos.

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