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Google Glass fracassou porque “moda importa mais que tecnologia” para executivo

O Fracasso do Google Glass: Lição Aprendida

O Google Glass, lançado em 2013, foi um dos primeiros dispositivos de realidade aumentada (RA) a serem lançados no mercado. No entanto, apesar de sua tecnologia inovadora, o dispositivo enfrentou forte rejeição e não alcançou o sucesso comercial esperado.

Recentemente, o presidente do ecossistema Android, Sameer Samat, afirmou que a principal lição aprendida com o Google Glass foi que a moda é mais importante que a tecnologia quando se trata de produtos de consumo. Isso significa que, independentemente de quão avançada seja a tecnologia, se o produto não for atraente ou não se encaixar na moda atual, é provável que não seja bem-sucedido.

Parcerias Estratégicas

Com base nessa lição, o Google mudou sua estratégia e fechou parcerias com marcas famosas do setor óptico, como Warby Parker e Gentle Monster. Essas parcerias visam criar dispositivos que sejam não apenas funcionais, mas também esteticamente agradáveis e que se encaixem na moda atual.

Os novos dispositivos do Google, desenvolvidos em parceria com a Samsung, funcionam com a plataforma Snapdragon AR da Qualcomm e devem ser lançados no segundo semestre deste ano. Além disso, a empresa aposta na inteligência artificial Gemini para comandar as funções dos novos vestíveis, em sincronia com o Pixel Watch.

Lições do Passado

O Google Glass original enfrentou vários problemas, incluindo um preço elevado de US$ 1.500 e uma falta de funcionalidades práticas. Além disso, o dispositivo foi criticado por sua aparência e por ser considerado “geek” demais.

No entanto, com as novas parcerias e a foco na moda e na estética, o Google pode ter aprendido com os erros do passado e estar pronto para lançar um produto que seja mais atraente e mais bem-sucedido.

  • Parcerias estratégicas com marcas famosas do setor óptico
  • Foco na estética e na moda
  • Uso de inteligência artificial para comandar as funções dos dispositivos

Com essas mudanças, o Google pode estar pronto para revolucionar o mercado de dispositivos de realidade aumentada e criar um produto que seja não apenas funcional, mas também esteticamente agradável.

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