Os Gilsons Celebram o Passado e Apontam o Futuro em seu Segundo Álbum de Estúdio
O grupo carioca Gilsons, formado em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil, está prestes a lançar seu segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, previsto para fevereiro. Como uma amostra do que está por vir, o single “Minha flor / Bem me quer” chega com duas faixas que celebram o passado do grupo e apontam um futuro promissor.
A primeira faixa, “Minha flor”, é uma composição inédita de Arnaldo Antunes, escrita em parceria com João Gil. A canção é uma obra-prima, com arranjos refinados e elegantes que incluem violoncelos de Daniel da Silva e Moreno Veloso, além dos violões tocados por João Gil e Tom Veloso. A letra é uma oração lírica que desabrocha com a união das vozes dos Gilsons com as vozes de Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso, carregando um simbolismo especial por reunir as famílias Gil e Veloso.
Já a segunda faixa, “Bem me quer”, é uma composição de Narcizinho Santos em parceria com Jocimar Lopes Cunha. Essa faixa soa como uma celebração do passado recente do grupo, com a percussão de Kainã do Jeje remetendo ao baticum afro-brasileiro da música de Salvador (BA). A combinação de tambores e beats é perfeita, sem pesar a mão da eletrônica.
Algumas das características notáveis dessas faixas incluem:
- Arranjos refinados e elegantes que incluem instrumentos como violoncelos e violões.
- A união de vozes de diferentes gerações e estilos musicais.
- A combinação de tambores e beats que remetem ao baticum afro-brasileiro.
Com essas duas faixas, os Gilsons sinalizam que seu segundo álbum de estúdio será ainda mais interessante do que o primeiro, “Pra gente acordar” (2022), que resultou em turnê pelo Brasil e pelo exterior com sucesso. A expectativa agora está ainda mais alta, e é provável que o álbum seja um sucesso.
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