Ex-funcionário da Meta acusado de baixar 30 mil fotos privadas do Facebook
Um ex-funcionário da Meta está sendo investigado pelas autoridades do Reino Unido sob suspeita de ter baixado cerca de 30 mil imagens privadas do Facebook. O caso foi descoberto em 2025, quando a empresa identificou as ações do suspeito e o demitiu.
De acordo com informações divulgadas pela BBC, o suspeito teria desenvolvido um programa específico para contornar os sistemas internos de segurança da companhia, acessando mídias de usuários e baixando uma grande quantidade de fotos.
A Meta afirma que notificou os usuários afetados pela ação do suspeito e reforçou suas medidas de segurança. O caso agora está sendo investigado por agentes da Unidade de Crimes Cibernéticos da Polícia Metropolitana de Londres.
Punição para a Meta?
Especialistas em proteção de dados apontam que, em situações em que um funcionário utiliza a base de dados da empresa para acessar informações de clientes, a punição tende a recair apenas sobre o colaborador.
No entanto, se for constatado que a Meta não adotou medidas técnicas e organizacionais adequadas para proteger os dados dos clientes, a companhia pode ser responsabilizada por multas significativas ou ações judiciais de indenização.
Algumas das medidas que a Meta pode ter tomado para evitar esse tipo de incidente incluem:
- Implementar controles de acesso mais rigorosos para os funcionários.
- Realizar auditorias regulares para detectar atividades suspeitas.
- Oferecer treinamento para os funcionários sobre a importância da proteção de dados.
O caso está sendo investigado e o suspeito foi liberado sob fiança, devendo se apresentar novamente à polícia em maio.
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