EUROVISION 2026: MÚSICA E POLÍTICA SE ENCONTRAM EM VIENA
A 70ª edição do Eurovision, que começa nesta terça-feira, 12 de maio, em Viena, na Áustria, promete ser uma das mais emocionais e políticas da história do concurso musical europeu. Com 35 participantes na disputa, a cidade austríaca recebe o evento após a vitória de JJ em 2025, com a canção “Wasted Love”.
A abertura oficial da semana aconteceu com o Turquoise Carpet, que transformou o trajeto entre o Burgtheater e a Prefeitura de Viena em uma grande passarela para artistas, delegações, imprensa e público. No entanto, a edição deste ano também carrega um peso político incomum, com a presença de Israel no concurso provocando boicote de cinco países — Espanha, Irlanda, Holanda, Islândia e Eslovênia — em protesto contra a guerra em Gaza.
CONCORRENTES E FAVORITOS
Entre os concorrentes que mais chamam atenção na cobertura prévia estão Finlândia, Grécia, Dinamarca, França e Austrália. O país anfitrião, Áustria, já está garantido na final de sábado, com o artista húngaro COSMÓ representando o país com a música “Tanzschein”. O Reino Unido e a Itália também já estão confirmados na grande final, com os artistas Look Mum No Computer e Sal Da Vinci, respectivamente.
Alguns dos principais concorrentes incluem:
- Finlândia
- Grécia
- Dinamarca
- França
- Austrália
A disputa deste ano aparece como uma das mais abertas da década, com nomes de diferentes perfis: baladas tradicionais, pop eletrônico, teatralidade, referências clássicas e artistas já conhecidos do público adulto contemporâneo.
UMA EDIÇÃO DIVIDIDA, MAS AINDA MUITO AGUARDADA
O Eurovision 2026 começa com duas imagens sobrepostas. De um lado, a festa pop que transforma Viena em vitrine musical da Europa. Do outro, um ambiente politicamente carregado, com boicotes, protestos e cobrança pública sobre as decisões da organização. Para o público, a grande pergunta agora é se a música conseguirá recuperar o centro da conversa até a final de sábado.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link