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Estudo revela ponto fraco da Starlink; veja onde as antenas não funcionam bem

Estudo Revela Ponto Fraco da Starlink

A Starlink, empresa da SpaceX, está expandindo sua presença em diferentes regiões do mundo, mas enfrenta um limite físico em áreas urbanas com alta densidade populacional. Um estudo realizado pela consultoria MoffettNathanson revelou que as antenas da empresa enfrentam dificuldades para funcionar nesses ambientes.

O principal obstáculo para o sinal da empresa não é o tamanho da sua constelação de equipamentos instalados no espaço, mas sim o limite de acessos simultâneos que a área de alcance do sinal consegue suportar. Isso impede que a internet da Starlink faça frente às redes de fibra óptica e cabo das grandes cidades, tornando-a mais recomendada em regiões com baixa densidade populacional.

Desafios e Soluções

Outro ponto que pode pesar contra a internet da empresa de Elon Musk é o consumo médio de dados de banda larga, que segue crescendo anualmente, pressionando a rede de satélites. Para superar essa limitação, a SpaceX aposta na implantação dos satélites da geração V3, que prometem entregar uma capacidade de tráfego cerca de 10 vezes maior do que a verificada atualmente com os satélites V2 mini.

A expectativa é de que a arquitetura V3 entregue até 1 Tbit/s de velocidade de downlink e taxas de uplink na casa dos 200 Gbit/s. No entanto, segundo o relatório da MoffettNathanson, a Starlink continuará sendo mais adequada para localidades com baixa densidade populacional.

Crescimento Global da Starlink

Projeções feitas pela consultoria indicam que o número de assinantes globais de banda larga residencial da Starlink saltará de estimados 14,81 milhões no fim de 2026 para a marca de 97 milhões até 2031. A receita total da empresa também deve alcançar US$ 97,3 bilhões no prazo de cinco anos, impulsionada principalmente pelos segmentos de consumo e corporativo, conectividade ao consumidor e conexões diretas com celulares.

  • A base de usuários da Starlink nos Estados Unidos segue concentrada no interior e em áreas rurais.
  • 83% dos atuais usuários da Starlink já utilizavam outro serviço de internet fixa antes de migrar para a tecnologia da empresa de Elon Musk.
  • A companhia aposta na expansão dos satélites V3 para reduzir preços, ganhar fôlego operacional e conseguir atender novos mercados.

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