Emanuelle Araújo: Uma Jornada Musical Afro-Baiana
A cantora e compositora Emanuelle Araújo está prestes a lançar seu terceiro álbum solo, “Corra para o mar”, em 10 de abril. Produzido por Alexandre Kassin, o álbum é uma homenagem à música afro-baiana e ao Carnaval, com uma mistura de ritmos e estilos que refletem a ancestralidade e a negritude da Bahia.
O álbum começa com a música “Cai bem”, uma levada macia que fala sobre o fim do Carnaval, mas sem melancolia. A faixa é uma das dez que compõem o álbum, que também inclui regravações de clássicos como “Minha história” e “Ijexá”, além de novas composições como “Beija a minha boca” e “Pescar”.
Uma Jornada Musical
Emanuelle Araújo tem uma longa carreira musical, que começou em 1989 como apresentadora de TV e atriz de teatro. Ela se tornou conhecida como cantora em 1999, quando substituiu Ivete Sangalo como vocalista da Banda Eva. Desde então, ela lançou dois álbuns solo, “O problema é a velocidade” (2016) e “Quero viver sem grilo – Uma viagem a Jards Macalé”, antes de criar “Corra para o mar”.
O álbum é uma celebração da música afro-baiana, com faixas que põem em evidência a força dos tambores e a ancestralidade da Bahia. A música “Cadência nobre”, por exemplo, é uma ode à força negra feminina e ao bloco afro Ilê Aiyê, que simboliza as mais nobres tradições da música da Bahia.
- “Corra para o mar” é um álbum que dialoga pouco com os dois álbuns anteriores de Emanuelle Araújo.
- O álbum é uma homenagem à música afro-baiana e ao Carnaval.
- A cantora regrava clássicos como “Minha história” e “Ijexá” e apresenta novas composições como “Beija a minha boca” e “Pescar”.
Em resumo, “Corra para o mar” é um álbum que reflete a vivência e a história de Emanuelle Araújo, com uma mistura de ritmos e estilos que celebram a música afro-baiana e a ancestralidade da Bahia.
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