Resenha do Álbum “Equilibrivm” de Anitta
O álbum “Equilibrivm” de Anitta é um trabalho que busca equilibrar a espiritualidade e a música, trazendo uma dose de sincretismo com elementos de mantra, crenças indígenas e, principalmente, a religião Candomblé. Com uma nota de 7,5/10, o disco é um exemplo de como a música pode ser uma forma de expressar a fé e a espiritualidade.
A cantora convidou “faróis” da nova música brasileira, como Melly e Ebony, para participar do projeto, e também contou com a colaboração de produtores habilidosos e em alta, como Janluska e Gabriel Duarte. O resultado é um álbum que costura samba, funk e reggae com uma roupagem pop.
Destaque para a Parceria com Marina Sena
Um dos destaques do álbum é a parceria com Marina Sena em “Mandinga”, que brinca com “Canto de Ossanha”, do emblemático disco “Os Afro-Sambas”. A faixa constrói um caminho próprio e charmoso, mostrando a habilidade de Anitta em criar músicas que são ao mesmo tempo tradicionais e inovadoras.
No entanto, ao chegar na metade do álbum, Anitta parece “se lembrar” do público internacional e o negócio começa a destoar. É o caso de “Varias Quejas”, versão em espanhol da música do Olodum, que não reaproveita os traços mais fortes da original.
Conclusão
Em resumo, “Equilibrivm” é um álbum que mostra a melhor versão de Anitta, mas ainda se atrapalha quando mira no exterior. Com uma mistura de funk e elementos de pontos, o álbum fica mais potente, como em “Meia Noite”, que é excelente nisso. Se o conjunto inteiro ousasse assim, seguindo um pouco menos as fórmulas do pop radiofônico, seria um grande disco.
- O álbum “Equilibrivm” é um exemplo de como a música pode ser uma forma de expressar a fé e a espiritualidade.
- A parceria com Marina Sena em “Mandinga” é um dos destaques do álbum.
- O álbum mostra a habilidade de Anitta em criar músicas que são ao mesmo tempo tradicionais e inovadoras.
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