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Columbus, Ohio
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Resgate da Memória do Cais do Valongo

O Cais do Valongo, localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, é um local de grande importância histórica, pois foi o maior porto de entrada de africanos escravizados nas Américas entre 1775 e 1830.

A história desse local e o impacto da escravidão na sociedade brasileira são tema do documentário “Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local”. Esse documentário é fruto de um projeto coletivo, com participação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e institutos nacionais e internacionais.

Objetivos do Documentário

O objetivo do projeto é analisar como a escravidão e o comércio transatlântico de africanos escravizados são lembrados ou esquecidos em diferentes partes do mundo. Além disso, o documentário também prevê revelar as engrenagens de funcionamento do racismo por meio da análise da escravidão e a partir do ponto de vista de pessoas negras.

Um dos diferenciais do documentário é que ele é produzido e pensado a partir de uma perspectiva de pessoas negras, com entrevistas e roteiro estruturados por uma intelectualidade e movimento social negro que entende que a história da escravidão não é só uma história de dor, mas também de resistência.

Impacto da Escravidão na Sociedade

O objetivo do longa é ressaltar como a escravidão ainda impacta todos os âmbitos da sociedade e mostrar o passado e o presente de luta e resistência do povo negro. Além disso, o documentário também busca mostrar como o passado da escravidão continua a influenciar as estruturas sociais, o racismo e a desigualdade econômica.

Segundo a professora Ynaê Lopes dos Santos, uma das responsáveis pela produção do documentário, uma maneira de combater a exploração é retornar às memórias do passado, porém por uma perspectiva de protagonismo negro.

Conclusão

O documentário “Representando o Passado Morto-Vivo da Escravidão: Contestação e Coprodução Global, Nacional e Local” é uma importante contribuição para a resgate da memória do Cais do Valongo e para a compreensão do impacto da escravidão na sociedade brasileira. Com previsão de estreia para 2028, o documentário promete ser uma ferramenta importante para a reflexão e ação contra a exploração e o racismo.

  • O documentário é fruto de um projeto coletivo com participação da UFF e institutos nacionais e internacionais.
  • O objetivo do projeto é analisar como a escravidão e o comércio transatlântico de africanos escravizados são lembrados ou esquecidos em diferentes partes do mundo.
  • O documentário é produzido e pensado a partir de uma perspectiva de pessoas negras.

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