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Crise da RAM: Como a Escassez de Componentes Afetará os Celulares Novos

A crise nos custos de componentes, especialmente a RAM, pode ter reflexos significativos nos celulares novos. De acordo com previsões, as marcas podem ser forçadas a reduzir as especificações dos dispositivos para manter os preços competitivos.

Uma das estratégias citadas é o retorno da configuração de 8 GB de RAM com 512 GB de armazenamento, substituindo variantes de 12 GB. Além disso, o suporte para cartões microSD pode reaparecer em mais modelos, permitindo a expansão barata do espaço de armazenamento.

  • Retorno da configuração de 8 GB de RAM com 512 GB de armazenamento
  • Suporte para cartões microSD em mais modelos
  • Uso de molduras de policarbonato em vez de metal em celulares intermediários
  • Sensores ópticos de “foco curto” em vez de módulos ultrassônicos para autenticação por impressões digitais

Além disso, as telas dos celulares podem sofrer mudanças, com a possível integração de telas de 90 Hz com entalhe em formato de gota d’água em modelos mais caros. Isso representaria um retrocesso em relação aos painéis de 120 Hz com furos na tela.

A crise da RAM é impulsionada pela demanda massiva de empresas de inteligência artificial, que estão adquirindo grandes volumes de componentes para seus centros de dados. Isso reduz a oferta disponível para os celulares e outros dispositivos eletrônicos.

Com menos memória RAM disponível, as marcas podem se concentrar na otimização de software e em iniciativas de longevidade, como o suporte de software prolongado, para se diferenciar competitivamente.

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