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Como o ChatGPT e o Google Escolhem Quais Fontes Vão Citar

A forma como empresas e veículos de comunicação aparecem na internet está mudando de maneira silenciosa, mas com impacto direto na receita. Com a expansão das respostas geradas por IA no Google e no ChatGPT, menos pessoas clicam em links, e sites que tinham 50 mil visitas mensais já viram esse número cair para 30 mil em curto espaço de tempo.

Os portais jornalísticos foram os primeiros a sentir o impacto, porque produzem conteúdo profissional que as IAs consomem e resumem sem necessariamente devolver o clique. Isso ocorre porque as IAs consomem e resumem o conteúdo profissional sem necessariamente devolver o clique.

Para ser mencionado por elas, é necessário ter uma otimização técnica do site, conteúdo contextualizado e autoridade construída fora do próprio domínio. A IA não gosta de coisas soltas, ela gosta de coisas contextualizadas para poder mencionar.

  • Otimização técnica do site: velocidade, dados estruturados e hierarquia de títulos clara
  • Conteúdo contextualizado: que explique para quem e em que situação um serviço ou produto é útil, não apenas o descreva
  • Autoridade construída fora do próprio domínio: por menções em portais, redes sociais e criadores de conteúdo

Empresas com operações apoiadas quase exclusivamente em tráfego pago já sentem a deterioração de resultados mês a mês. No entanto, uma visita originada por menção em uma resposta de ChatGPT ou Google AI Overview tem probabilidade de conversão 23 vezes maior do que uma visita de tráfego pago convencional.

Com cerca de 17 bilhões de pesquisas diárias, o Google ainda domina a busca online por ampla margem. A plataforma tende a se transformar progressivamente em um assistente pessoal, mas limitações físicas de hardware, servidores e infraestrutura energética devem tornar essa transição mais lenta do que os prognósticos mais otimistas sugerem.

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