Ciberataques ameaçam Olimpíadas de Inverno na Itália
As Olimpíadas de Inverno de Milano Cortina, programadas para fevereiro deste ano, estão sob ameaça de ciberataques. A equipe de pesquisa Unit 42, da Palo Alto Networks, avaliou as possíveis ameaças virtuais que podem afetar o evento.
As possibilidades de ataque incluem infraestrutura e digital, Wi-Fi, DDoS e ransomware, além de espionagem cibernética estatal. A concentração de pessoas, sistemas, dinheiro e dados em um só lugar torna o evento um alvo atraente para os golpistas digitais.
Tipos de atacantes
Segundo Kristopher Russo, principal pesquisador de segurança da Unit 42, existem três tipos de atacantes: atores com motivação financeira, grupos de espionagem estatais e hacktivistas. Esses grupos podem aproveitar a cobertura da mídia e os alvos lucrativos para realizar ataques.
Alguns exemplos de grupos estatais que podem realizar ataques incluem APT28, da Rússia, Mustang Panda, da China, e Kimsuky, da Coreia do Norte. Já os grupos de hacktivistas podem querer chamar a atenção para suas causas, denunciando o que consideram importante em meio à instabilidade causada por invasões.
Ameaças digitais
As ameaças digitais nas Olimpíadas de Inverno de Milano Cortina incluem:
- Interrupções a sistemas críticos, como energia, água, trânsito, ingressos e pontos de venda
- Invasão e extorsão
- Phishing e engenharia social apoiados pela tecnologia de IA e deepfakes
- Ataques de DDoS e invasão de sites
Essas ameaças podem afetar a confiança na organização do evento e a reputação das vítimas, além de causar instabilidade e desordem.
É importante que as autoridades e os organizadores do evento tomem medidas para prevenir e mitigar essas ameaças, garantindo a segurança e a integridade do evento.
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