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Celulares podem piorar com crise de RAM; veja o que muda nas especificações

Celulares podem piorar com crise de RAM; veja o que muda nas especificações

A crise de memória RAM pode afetar a indústria de celulares, levando a cortes em especificações para conter custos. Isso pode resultar em celulares com menos recursos, como versões com 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, telas de 90 Hz com notch em formato de gota e sensor de impressão digital de curto alcance.

A crise de memória RAM é resultado de um desequilíbrio entre oferta e demanda global de componentes usados em eletrônicos. A produção global de memória está concentrada principalmente em Samsung, SK Hynix e Micron, e a expansão da capacidade de fabricação não deve ser sentida no curto prazo.

Isso pode levar a uma redução na qualidade dos celulares, com cortes em especificações como:

  • Combinação 512 GB + 8 GB de volta, que pode indicar estagnação em vez de evolução real no mercado.
  • Molduras de policarbonato em vez de metal, que pode afetar a sensação de qualidade e o posicionamento do aparelho.
  • Telas de 90 Hz com sensores ópticos de “foco curto”, que podem ser vistos como um recuo em modelos que deveriam evoluir em fluidez de tela.

Para quem pretende trocar de celular em 2026, o desafio pode ir além de encontrar uma boa oferta. É importante comparar o conjunto da ficha técnica com mais atenção e considerar topos de linha e intermediários premium do ano anterior, que podem seguir mais equilibrados do que lançamentos feitos sob pressão de custo.

Além disso, é importante notar que a crise de memória RAM pode afetar outros dispositivos, como notebooks, e que a escolha de um smartphone deve ser feita com cuidado, considerando as especificações e o custo-benefício.

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