Celulares baratos que saem caros: 7 modelos que você deve evitar em 2026
Celulares baratos continuam sendo procurados em 2026, especialmente com os preços de modelos intermediários e premium ainda relativamente altos. No entanto, para manter os preços baixos, muitas fabricantes recorrem a fichas técnicas com cortes que podem parecer discretos à primeira vista, mas que podem pesar bastante no uso ao longo do tempo.
Essas concessões podem comprometer a experiência no dia a dia, reduzir a vida útil do aparelho e até afetar seu valor de revenda. Isso acontece porque os aplicativos estão maiores, fotos e vídeos ocupam mais espaço, as redes móveis evoluíram e o próprio Android passou a exigir mais do hardware.
Aqui estão 7 fichas técnicas que ajudam a baratear a compra inicial, mas podem fazer o barato sair caro no longo prazo:
- Celular com 128 GB de armazenamento
- Celular com 4 GB de RAM
- Celular com processador básico
- Celular sem proteção IP67 ou superior
- Celular com tela grande e resolução HD+
- Celular sem 5G
- Celular com poucas atualizações de sistema
Para evitar problemas no futuro, é importante priorizar alguns pontos, como pelo menos 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento, conectividade 5G, tela Full HD+ em modelos com painel grande, certificação IP67 ou superior e uma política de atualizações mais ampla.
Um exemplo de um smartphone que oferece um conjunto equilibrado é o Galaxy A17, que vem com 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento, conectividade 5G, tela Full HD+ e certificação IP67.
Em resumo, é importante entender quais concessões fazem sentido para o seu uso e quais podem virar dor de cabeça no médio prazo. Com um pouco de atenção e pesquisa, é possível encontrar um celular barato que não saia caro no longo prazo.
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