Celular realme é bom? Conheça 8 modelos do barato ao top
A realme desembarcou no Brasil em 2021 e, desde então, lançou smartphones que vão do básico ao topo de linha acessível. Isso faz com que a pergunta “celular realme é bom?” não tenha uma resposta única: depende muito do modelo e da faixa de preço em questão.
Para ajudar quem está em dúvida se vale a pena comprar um celular da marca, destacamos oito modelos, do mais barato ao mais caro, com as informações necessárias para uma escolha mais segura.
Modelos destacados
- realme Note 70 – modelo de entrada com boa bateria e tela grande;
- realme C85 – bateria gigante e ótima proteção contra água;
- realme C75 5G – resistente e primeiro celular 5G da marca produzido em território nacional;
- realme 15T – versão com 12 GB de memória RAM, para melhor desempenho, e tela brilhante;
- realme 16x – seis anos de atualização do sistema operacional e bateria com tecnologia Titan, que promete durar mais tempo;
- realme 16 – espelho físico na câmera traseira para tirar fotos frontais;
- realme 15 Pro – bateria de silício-carbono com 7.000 miliamperes-hora (mAh) com excelente autonomia e tela OLED;
- realme GT 7 – modelo mais avançado com processador avançado e bateria enorme.
De modo geral, sim, os celulares realme são bons, mas o resultado varia conforme a categoria. Nos aparelhos de entrada, a marca costuma acertar na autonomia de bateria e errar um pouco na câmera, enquanto os intermediários premium costumam oferecer um bom equilíbrio entre desempenho, tela e fotografia.
Já na ponta mais avançada, casos como o GT 7 mostram que a fabricante consegue competir de igual para igual com rivais de peso, sobretudo em bateria e velocidade de carregamento.
Além disso, vale lembrar que os preços costumam cair alguns meses após o lançamento.
O que um bom celular da realme deve ter?
Antes de decidir qual modelo levar para casa, vale prestar atenção a alguns pontos da ficha técnica que fazem diferença no uso diário, como:
- Tela: quanto maior a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), mais fluida é a rolagem de redes sociais e a resposta ao toque.
- Desempenho: a quantidade de memória RAM define quantos aplicativos o aparelho consegue manter abertos sem travar, enquanto o processador impacta diretamente a fluidez em jogos e tarefas pesadas.
- Câmeras: os megapixels (MP) não garantem, sozinhos, uma boa foto. Vale observar também a presença de estabilização óptica de imagem (OIS), que ajuda a evitar tremores, e a abertura do diafragma (f/), que interfere na entrada de luz.
- Bateria: a marca costuma investir pesado nesse quesito, com capacidades que passam dos 6.000 mAh mesmo em modelos de entrada.
- Resistência e atualizações: certificações IP indicam o nível de proteção contra água e poeira, enquanto o tempo prometido de atualizações de sistema e segurança influencia diretamente a vida útil do aparelho.
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