Brigitte Bardot: Uma Vida de Cinema e Ativismo
Brigitte Bardot, a icônica atriz francesa, morreu aos 91 anos em decorrência de um câncer, conforme revelado por seu viúvo, Bernard d’Ormale. A notícia foi confirmada à revista Paris Match e divulgada em 7 de janeiro de 2026. Bardot faleceu em sua casa em Saint-Tropez, no sul da França, no dia 28 de dezembro de 2025.
A atriz havia passado por duas cirurgias contra o câncer antes de “se entregar” à doença no mês passado, segundo seu viúvo. Em uma entrevista publicada antes de seu funeral, Bernard d’Ormale contou que Bardot chegou a dizer: “Estou farta, quero ir embora” em momentos de sofrimento físico. Ele também afirmou que Bardot “tolerou muito bem os dois procedimentos aos quais foi submetida para tratar o câncer que a levou”.
Legado no Cinema
Brigitte Bardot se tornou uma das figuras mais reconhecidas do cinema mundial, especialmente após seu papel em “E Deus Criou a Mulher” (1956), dirigido por seu então marido Roger Vadim. Esse filme a consagrou como um símbolo de sensualidade e liberdade, influenciando a cultura pop da década de 1960. Além disso, ela estrelou cerca de 50 filmes, incluindo “A Verdade” (1960), “O Desprezo” (1963), “Viva Maria!” (1965) e “As Petroleiras” (1971).
Seu estilo, caracterizado pelo cabelo loiro platinado e delineado preto marcante nos olhos, se tornou sua assinatura estética, copiada por mulheres em diferentes países. Bardot também teve atuação como cantora e modelo, tornando-se uma das artistas mais fotografadas e comentadas de sua geração.
- Algumas de suas atuações mais notáveis incluem:
- “E Deus Criou a Mulher” (1956)
- “A Verdade” (1960)
- “O Desprezo” (1963)
- “Viva Maria!” (1965)
- “As Petroleiras” (1971)
Brigitte Bardot deixou um legado duradouro no cinema e na cultura popular, e sua morte é um momento de reflexão sobre sua contribuição para a arte e o ativismo.
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