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Inauguração do Museu das Amazônias em Belém

No próximo sábado (4), o Armazém 4ª do Complexo Porto Futuro II, em Belém, do Pará, será palco para a inauguração do Museu das Amazônias, um espaço projetado para ser referência em práticas museológicas inovadoras e inclusivas.

O Museu das Amazônias foi criado com o objetivo de valorizar a identidade e a diversidade da região amazônica, conectando-se aos territórios e promovendo a preservação da memória e da ancestralidade da região. Esse projeto faz parte do legado da COP30 à capital paraense.

Para a elaboração do projeto, foi estabelecido um Acordo de Cooperação Técnica com o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), contando com a participação ativa do Museu Paraense Emílio Goeldi, que tem quase 160 anos de produção científica. Um comitê técnico-científico interno multidisciplinar foi formado para colaborar no planejamento museológico.

O processo de curadoria do Museu das Amazônias foi norteado por um amplo Plano de Escutas, que reuniu diversas vozes da Pan-Amazônia para discutir memória, ancestralidade, espiritualidade, ciência, natureza e futuro. Isso permitiu uma abordagem mais ampla e inclusiva para a criação do museu.

Na inauguração, que contará com a presença do presidente Lula, serão apresentadas duas exposições principais: a mostra “Amazônia”, do fotógrafo Sebastião Salgado, com cerca de 200 fotografias em preto e branco, e a mostra “Ajurí”, que reúne oito instalações de artistas da região Norte e de outras partes do Brasil.

A comissão curatorial do Museu das Amazônias é formada por profissionais renomados, incluindo a antropóloga Francy Baniwa, a ecóloga Joice Ferreira e a arqueóloga Helena Lima. O Museu funcionará das 10h às 20h, e até fevereiro de 2026, a entrada será gratuita.

Algumas das principais características do Museu das Amazônias incluem:

  • Exposições inovadoras e inclusivas que valorizam a identidade e a diversidade da região amazônica.
  • Conexão com os territórios e promoção da preservação da memória e da ancestralidade da região.
  • Participação ativa de instituições científicas e culturais da região, como o Museu Paraense Emílio Goeldi.

Com a inauguração do Museu das Amazônias, Belém se consolida como um importante centro cultural e científico da região amazônica, promovendo a preservação e o conhecimento da rica diversidade da região.

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