Balanço Geral da Temporada de Inverno 2026 de Milão
A temporada de inverno 2026 de Milão foi marcada por uma série de desafios, incluindo guerras, conflitos, flutuações no consumo e uma queda de 2,6% no faturamento do mercado italiano. No entanto, a semana de moda que terminou em 02 de março trouxe uma série de estreias de novos designers em marcas italianas icônicas.
Demna, o novo diretor criativo da Gucci, trouxe uma coleção inspirada nas criações de Tom Ford nos anos 90, com um forte esforço comercial. A imagem de Kate Moss cruzando a passarela com um vestido de cristais preto foi um dos momentos mais marcantes da temporada. Já na Fendi, Maria Grazia Chiuri apresentou sua visão para a casa, com uma celebração da bolsa baguette, que ela mesma popularizou nos anos 90.
Outras duas mulheres tiveram suas estreias elogiadas: Silvana Armani, a frente da Giorgio Armani, com novos e elegantes cortes em flanela, e Meryll Rogge, que revitalizou os códigos da Marni da era Consuelo Castiglioni. As tendências da temporada incluíram a nova silhueta “cozy chic”, com roupas confortáveis e casacos e alfaiataria funcionando como armadura para um mundo imprevisível.
- A Bottega Veneta apresentou uma coleção com franjas, lã e fibra de vidro, garantindo uma dose de aconchego.
- A Jil Sander, Ferragamo e Tod’s também seguiram a tendência do conforto.
- A Prada apresentou um desfile sobre a ideia de vestir-se em camadas, com transparências, devorês e jogos de styling.
A Dolce & Gabbana reverenciou seus códigos e raízes, com renda siciliana e alfaiataria oversized. A cor preta dominou os desfiles da Fendi e da Gucci, uma aposta segura para satisfazer uma ampla gama de consumidores. Em resumo, a temporada de inverno 2026 de Milão foi marcada por uma série de estreias e tendências, com um foco no conforto e na proteção em um mundo imprevisível.
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