Balanço geral da temporada de alta-costura verão 2026
A temporada de verão 2026 da alta-costura foi marcada por estreias emblemáticas e coleções impressionantes. A Dior, sob a direção de Jonathan Anderson, apresentou uma coleção que reverenciou o passado da marca enquanto propunha um novo caminho para o futuro. Anderson conseguiu atingir o que pode ser considerado o “nirvana da moda”, apresentando peças que conectam o passado com o presente e o futuro.
Já a Chanel, com Matthieu Blazy no comando, mostrou uma estética mais limpa e moderna, aproximando a marca dos desejos da mulher contemporânea. Blazy também levou à passarela um casting com idades diversas, enfatizando a mensagem de que a Chanel veste mulheres adultas, independentes e seguras. Essa abordagem reflete a inovação e a criatividade que a alta-costura pode oferecer.
Outras marcas também se destacaram, como a Valentino, que apresentou uma coleção maximalista e festiva, e a Schiaparelli, que levou a passarela silhuetas intensas e dramáticas. A Giorgio Armani Privé também se apresentou com sua primeira coleção couture desde a morte do fundador da casa, sob a direção criativa de Silvana Armani.
- A Dior apresentou uma coleção que reverenciou o passado da marca enquanto propunha um novo caminho para o futuro.
- A Chanel mostrou uma estética mais limpa e moderna, aproximando a marca dos desejos da mulher contemporânea.
- A Valentino apresentou uma coleção maximalista e festiva.
- A Schiaparelli levou a passarela silhuetas intensas e dramáticas.
- A Giorgio Armani Privé se apresentou com sua primeira coleção couture desde a morte do fundador da casa.
Apesar das ausências de algumas marcas, como a Balenciaga e a Maison Margiela, as excelentes coleções reforçaram que a alta-costura não é obsoleta, mas sim um momento para a indústria da moda resgatar sua essência. A alta-costura é um segmento que valoriza a qualidade e a técnica artesanal, oferecendo uma alternativa ao consumo instantâneo e descarte rápido.
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