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Bainha de espada milenar feita de ouro é encontrada durante caminhada

Descoberta Arqueológica em Riaren, Noruega

Uma caminhada comum pela colina de Riaren, no sudoeste da Noruega, resultou na descoberta de um item arqueológico impressionante: uma bainha de espada de ouro com cerca de 1.500 anos. O objeto, ricamente decorado e associado a líderes guerreiros do século 6, é uma peça raríssima, com apenas outras 17 semelhantes conhecidas em todo o norte da Europa.

A descoberta ocorreu quando um caminhante decidiu investigar uma árvore arrancada por uma tempestade anos atrás. Curioso com a terra acumulada sob o tronco, ele começou a remexer o local com um graveto e encontrou o objeto brilhante. De acordo com especialistas do Museu Arqueológico da Universidade de Stavanger, a bainha de espada fazia parte de uma espada usada por um líder regional durante o chamado “Período das Migrações”.

Símbolo de Poder e Autoridade

A peça mede cerca de seis centímetros de largura, menos de 2,5 centímetros de altura e pesa aproximadamente 32 gramas, mas seu significado simbólico era muito maior do que seu tamanho sugere. A bainha de espada representava autoridade, riqueza e prestígio militar em uma sociedade rigidamente hierarquizada. A decoração inclui motivos de animais e possíveis figuras híbridas entre humanos e criaturas, organizadas de forma simétrica.

Os especialistas acreditam que a espada pertenceu a um chefe que governava a região de Hove, na costa oeste norueguesa. O acabamento em ouro e os padrões ornamentais indicam que a arma não era apenas um instrumento militar, mas também uma demonstração pública de poder. A bainha de espada foi encontrada em uma fenda na rocha, provavelmente como parte de um ritual religioso, e é considerada uma oferenda religiosa em tempos de crise.

  • A bainha de espada é uma peça raríssima, com apenas outras 17 semelhantes conhecidas em todo o norte da Europa.
  • A peça mede cerca de seis centímetros de largura, menos de 2,5 centímetros de altura e pesa aproximadamente 32 gramas.
  • A decoração inclui motivos de animais e possíveis figuras híbridas entre humanos e criaturas, organizadas de forma simétrica.

A descoberta oferece uma oportunidade rara de aprofundar o conhecimento sobre a elite escandinava da época. A expectativa é que os pesquisadores do museu agora poderão analisar detalhadamente a ornamentação da peça e investigar novas pistas sobre os grupos que dominavam a região há 1.500 anos. No futuro, espera-se que a bainha seja exibida ao público no Museu Arqueológico da Universidade de Stavanger.

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