Assucena: “A memória como salvação”
A memória pode ser considerada nossa salvação? Essa pergunta nos leva a refletir sobre o papel da memória em nossas vidas e como ela pode nos ajudar a lidar com a dor e a perda. Segundo Walter Benjamin, o papel do historiador é resgatar dos escombros do passado os injustiçados da história, ou seja, ressuscitá-los através da história.
Recentemente, a autora perdeu um ente querido, seu primo Daniel Vitor, e está vivendo um luto terrível. Ela compartilha suas memórias com ele e como essas memórias começam a borbulhar feito bolhas de ar que partem do fundo de uma panela em estado de fervura. A saudade é o combustível involuntário da memória, e é através da rememoração que podemos encontrar uma espécie de consolo.
Assucena lembra de muitas coisas sobre Daniel, desde a escolha de seu nome até sua infância e adolescência. Ela acompanhou seu crescimento e sabe que ele era uma pessoa amorosa e corajosa. A perda de Daniel foi um golpe duro, e a autora reluta em aceitar e divulgar essa perda, especialmente sem que os assassinos sejam indiciados por esse crime.
A dor da perda é algo que não pode ser medido ou amenizado, e é algo que afeta não apenas a autora, mas também sua família e amigos. No entanto, é através da memória e da rememoração que podemos encontrar uma forma de lidar com essa dor e encontrar justiça.
- A memória é uma forma de ressuscitar os injustiçados da história.
- A saudade é o combustível involuntário da memória.
- A rememoração pode ser uma forma de encontrar consolo e justiça.
Em resumo, a memória pode ser considerada nossa salvação, pois é através dela que podemos lidar com a dor e a perda, e encontrar justiça e consolo. A autora compartilha suas memórias com Daniel e como essas memórias a ajudam a lidar com a dor da perda.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link