2º Simpósio Cearense de Cannabis Medicinal
O 2º Simpósio Cearense de Cannabis Medicinal começou nesta quinta-feira (9) na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), em Fortaleza. O evento, que contou com a participação de especialistas, pesquisadores, representantes do governo e de entidades de classe, teve todos os 300 lugares oferecidos esgotados.
Os participantes do simpósio puderam conhecer mais sobre a aplicação da cannabis em práticas integrativas e por povos originários, como é o caso dos kaxinawá, também chamados de huni kuin. Além disso, foram discutidos temas como o cultivo da planta e amparo jurídico.
Eixos de Discussão
Os eixos de discussão do simpósio incluíram:
- Cannabis no SUS: desafios legais e regulatórios
- Psiquiatria, Dor e Sono: onde a Cannabis Medicinal pode fazer diferença?
- Cannabis Medicinal na Medicina Veterinária: ciência, bem-estar animal e inovação
- Da Terra ao SUS: a integração da Cannabis nas Farmácias Vivas e na agricultura familiar
Uma das palestras debateu as propriedades da cannabis que auxiliam na gestação, no parto e pós-parto, quando parteiras tradicionais assumem a dianteira.
Audiência Pública
No dia seguinte, sexta-feira (10), foi realizada uma audiência pública sobre o Projeto de Lei 1014/2023, que institui no estado uma política local de cannabis para fins terapêuticos por meio de pesquisa, capacitação da rede pública, incentivo às associações e acesso pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mediante prescrição.
O evento contou com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fioruz) Ceará, do Conselho Estadual de Saúde do Ceará (Cesau), Universidade Federal do Ceará (UFC), do movimento Ceará Saúde Livre (CSL) e da Liamba 360º.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link