As Exigências das Ex-Integrantes do Rouge para Documentário na HBO Max
O anúncio da série documental sobre o Rouge, uma das maiores bandas pop do Brasil nos anos 2000, trouxe à tona as exigências feitas por cada ex-integrante durante as negociações com a plataforma de streaming HBO Max. Luciana Andrade, que deixou a banda antes do seu fim conturbado, foi a que mais deu trabalho.
Luciana pediu que as brigas internas não fossem abordadas e que não fosse criticada ou vilanizada, assim como as outras ex-integrantes. Isso gerou tensão, especialmente com Fantine Thó, com quem Luciana tem uma inimizade. Fantine havia assinado o contrato acreditando que Luciana não iria participar, já que não ficou no grupo até o fim.
- Karin Hills e Aline Wirley foram as primeiras a aceitar o convite da HBO Max e não fizeram exigências.
- As ex-integrantes concordaram em preservar o quanto pudessem em seus depoimentos individuais.
- O nome Elisabetta Zenatti, vice-presidente de conteúdo da Netflix, é um assunto altamente proibido, pois as ex-integrantes o acusam de impor rotinas abusivas e pagamentos pífios durante sua gestão como empresária do Rouge.
Li Martins, a única ex-integrante que não estará no documentário, foi convidada e fez exigências, mas acabou desistindo após a morte de seu marido, JP Mantovani, em um acidente de moto em setembro de 2025. A HBO Max não concordou em mudar o cronograma das gravações, o que gerou tensão com Fantine, que já havia se programado para vir ao Brasil.
As negociações e exigências das ex-integrantes do Rouge mostram a complexidade e a tensão que ainda existem entre elas, mesmo após anos desde o fim da banda. O documentário promete ser um olhar profundo e honesto sobre a história do Rouge e as experiências de suas ex-integrantes.
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