As Críticas da Audiência à Transmissão da Fórmula 1 no Sportv
O público brasileiro que consome Fórmula 1 é conhecido por ser bastante exigente com as transmissões. Desde os tempos em que Galvão Bueno era a principal voz das corridas, as críticas ao que se faz ou ao que se deixa de fazer durante as exibições na TV são frequentes nas redes sociais.
Neste ano, o retorno da principal categoria do automobilismo mundial à Globo/Sportv depois de cinco temporadas na Band, ainda tem dividido opiniões, com críticas à equipe e ao espaço na TV aberta. Um dos principais problemas é que a Globo não exibe todas as corridas da temporada ao vivo, como fazia a Band, devido a compromissos comerciais e diversidade de direitos de transmissão.
A lista das provas que serão exibidas na TV aberta é limitada, e corridas como a de Miami e a do Canadá, que acontecem nas tardes de domingo no Brasil, não vão ao ar na TV aberta. Em vez disso, a Globo vai exibir compactos das corridas, mas os horários escolhidos para essas exibições têm sido criticados, com muitos considerando que começar quase às 2h da madrugada é um horário inadequado.
- GP da Austrália (1h) – 8 de março (TV Globo)
- GP do Japão (2h) – 29 de março (TV Globo)
- GP de Mônaco (10h) – 7 de junho (TV Globo)
- GP de Barcelona (10h) – 14 de junho (TV Globo)
- GP da Áustria (10h) – 28 de junho (TV Globo)
Além disso, as críticas à narração da Fórmula 1 no Sportv também têm sido frequentes, com muitos sentindo falta de “emoção” na transmissão de Bruno Fonseca. A Globo tem tentado agradar o fã da Fórmula 1, trazendo de volta Mariana Becker como comentarista e fazendo longos aquecimentos antes das corridas.
No entanto, apesar das tentativas, a Globo vai precisar ajustar o seu “carro” ao longo da temporada e convencer a maioria do público que ainda é a melhor opção de transmissão da categoria. Com mais audiência do que qualquer outra emissora no Brasil, a Globo tem a responsabilidade de oferecer uma experiência de visualização de alta qualidade para os fãs de Fórmula 1.
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