Super Mario Galaxy: O Filme – Uma Oportunidade Perdida
Após o sucesso viral da música “Peaches” no primeiro longa, a sequência de Super Mario Galaxy: O Filme decepcionou ao não aproveitar um dos seus maiores trunfos: a música interpretada por Bowser (Jack Black). A decisão de deixar o vilão em silêncio e não explorar essa faceta do personagem é um dos principais pontos de crítica do filme.
A ausência da música é especialmente notável porque o longa anterior havia transformado a canção em um dos pontos mais comentados da produção, ajudando a consolidar o personagem como um dos grandes destaques. Além disso, a motivação romântica de Bowser em relação à princesa Peach (Anya Taylor-Joy) era central para a narrativa do primeiro filme, mas foi deixada de lado na sequência.
Em vez disso, o filme optou por explorar a dinâmica entre Bowser e seu filho, Bowser Jr. (Benny Safdie). Embora essa abordagem tenha potencial, a falta de uma música ou momento marcante para acompanhar essa nova relação é uma das principais frustrações do filme. A Nintendo, como criadora do universo de Super Mario, sabe como criar personagens memoráveis e histórias envolventes, mas parece ter perdido uma oportunidade de ouro ao não aproveitar a música como um recurso narrativo.
Alguns dos principais pontos positivos e negativos do filme incluem:
- Expansão do universo de Super Mario, com mais referências aos jogos da Nintendo e novos personagens.
- Uma narrativa mais movimentada e cheia de ação.
- A ausência da música e a falta de exploração da motivação romântica de Bowser.
- A não utilização do carisma do vilão para reforçar o impacto emocional da história.
No fim, o novo Mario funciona como espetáculo e agrada boa parte do público, mas deixa a sensação de oportunidade perdida ao não aproveitar um dos aspectos mais marcantes do filme original. A falta de uma música ou momento marcante para acompanhar a nova relação entre Bowser e seu filho é um dos principais pontos de crítica do filme.
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