Mick Jagger Fala Sobre o Envelhecimento e o Uso de IA nos Rolling Stones
Mick Jagger, o líder dos Rolling Stones, recentemente compartilhou suas reflexões sobre o envelhecimento e o uso de inteligência artificial (IA) na música. Em uma entrevista ao podcast The Interview, do jornal The New York Times, Jagger, de 82 anos, ofereceu uma visão sincera e bem-humorada sobre o processo de envelhecer.
Jagger afirmou que não há nada de bom no envelhecimento, destacando que a perda de memória é um dos principais desafios. “Você não adquire sabedoria. Você esquece tudo. Esqueci toda a minha sabedoria”, disse ele. Além disso, o cantor refletiu sobre os impactos físicos do passar dos anos em sua rotina, destacando a importância de ter cuidado com o corpo.
Fama e Inteligência Artificial
Jagger também comentou sobre como lidar com a fama e o uso de IA na música. Para manter o contato com a realidade, o músico revelou que gosta de sair e caminhar sozinho, fazendo coisas normais. Além disso, a banda recentemente experimentou o uso de deepfake para rejuvenescer os integrantes no videoclipe da faixa In the Stars.
O uso de IA na música é um tema interessante, e os Rolling Stones estão entre as bandas que estão explorando essa tecnologia. Jagger e Keith Richards comentaram sobre o uso de deepfake, e Richards aprovou o resultado, mas também destacou a importância de manter a IA em seu devido lugar.
- O uso de IA na música pode ser uma ferramenta útil para criar novos efeitos visuais e sonoros.
- No entanto, é importante manter a IA em seu devido lugar e não permitir que ela substitua a criatividade e a originalidade humana.
- A longevidade da banda é um testemunho da sua capacidade de se adaptar e evoluir com o tempo.
Em resumo, Mick Jagger ofereceu uma visão sincera e bem-humorada sobre o envelhecimento e o uso de IA na música. A banda continua a explorar novas tecnologias e a criar música de qualidade, e o uso de IA pode ser uma ferramenta útil nesse processo.
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