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A Era de Ouro da Parceria entre Cinema e Música

A década de 80 foi marcada por uma parceria inédita entre a indústria cinematográfica e a indústria musical. Nessa época, os filmes impulsionavam as canções de suas trilhas nas rádios, enquanto os hits radiofônicos levavam o público às salas de cinema, criando um ciclo virtuoso que ampliava bilheterias, vendas de discos e alcance cultural.

Essa parceria gerou uma quantidade impressionante de sucessos radiofônicos, com muitos deles se tornando clássicos da música popular. Alguns exemplos incluem “Fame” de Irene Cara, “Arthur’s Theme” de Christopher Cross, “Eye of the Tiger” de Survivor, “Flashdance… What a Feeling” de Irene Cara, “Ghostbusters” de Ray Parker Jr., entre outros.

Os Filmes e Canções que Transformaram os Anos 80

  • Fame (1980): O filme que deu início à década, com a canção “Fame” de Irene Cara se tornando um sucesso instantâneo.
  • Arthur (1981): O filme que apresentou a canção “Arthur’s Theme” de Christopher Cross, que se tornou um hit nas rádios.
  • Rocky III (1982): O filme que apresentou a canção “Eye of the Tiger” de Survivor, que se tornou um clássico da música rock.
  • Flashdance (1983): O filme que apresentou as canções “Flashdance… What a Feeling” de Irene Cara e “Maniac” de Michael Sembello, que se tornaram hits nas rádios.
  • Ghostbusters (1984): O filme que apresentou a canção “Ghostbusters” de Ray Parker Jr., que se tornou um sucesso instantâneo.

Esses são apenas alguns exemplos da parceria entre cinema e música nos anos 80. A década foi marcada por uma sequência quase ininterrupta de hits radiofônicos globais, muitos deles premiados com Oscar e dominando as paradas internacionais.

A Música como Ferramenta de Mobilização Coletiva

Além de produzir sucessos em escala global, a música nos anos 80 também provou sua força como ferramenta de mobilização coletiva. Artistas que dominavam rádios, palcos e bilheterias decidiram se unir por causas humanitárias, formando verdadeiros supergrupos antes mesmo da lógica contemporânea dos “feats” digitais.

Essa tendência se refletiu em projetos como o “USA for Africa” e o “Live Aid”, que reuniram artistas de todo o mundo para arrecadar fundos para causas humanitárias. Esses projetos mostraram que a música poderia ser uma força poderosa para o bem, e que a indústria musical poderia se unir para fazer uma diferença positiva no mundo.

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